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<title>Pediatria</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/40</link>
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<dc:date>2013-05-20T06:59:23Z</dc:date>
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<title>Similaridades nas desigualdades : um modelo animal para o estudo de vulnerabilidade ao sedentarismo</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/70421</link>
<description>Similaridades nas desigualdades : um modelo animal para o estudo de vulnerabilidade ao sedentarismo
Cunha, Fábio da Silva
Introdução: O modelo teórico, no qual perfis extremos de desigualdade coexistem num cenário complexo promovendo desfechos de saúde similares, denominado “similaridades nas desigualdades”, surgiu de evidências em humanos. O objetivo deste trabalho foi propor um modelo animal para refletir o fenômeno "similaridades nas desigualdades". Métodos: As ratas prenhes foram randomizadas pelo peso corporal, mantidas individualmente e no dia 10 de gestação foram divididas em três grupos: Controle (Cont), que recebeu ração padrão à vontade; Restrição Alimentar 50% (R50%), que recebeu 50% do consumo do grupo controle e Dieta Rica em Gordura (RG), que recebeu uma dieta rica em gordura à vontade. Essas dietas foram oferecidas a partir do dia 10 de gestação até o dia 21 de lactação. Em até 24 horas após o nascimento, todos os filhotes foram adotados por outras mães, formando os seguintes grupos: Cont_Cont, R50%_Cont, R50%_R50%, Cont_R50%, RG_Cont, RG_RG, Cont_RG. Peso corporal e consumo alimentar das genitoras, peso ao nascer, peso ao longo da vida e exercício físico voluntário foram comparados entre grupos por Equação de Estimação Generalizada (GEE), usando diferentes modelos estatísticos. ANOVA de duas vias foi usada para avaliar os desfechos de gordura abdominal e medidas bioquímicas. Resultados: O peso corporal das genitoras Cont e RG foi maior, comparado ao peso das genitoras R50%. Além de alguns efeitos isolados da exposição às dietas R50% ou RG durante momentos específicos perinatais (gestação e/ou lactação), o efeito das "similaridades nas desigualdades" foi observado no peso ao nascer (ambos filhotes R50% e RG foram mais leves do que os Cont) e na atividade física (os grupos extremos R50%_Cont e RG_Cont foram igualmente diferentes do grupo de referência Cont_Cont, sendo machos menos ativos e fêmeas mais ativas).  O acompanhamento do peso corporal ao longo da vida mostrou que os machos pesaram mais que as fêmeas. Nenhum dos três modelos estatísticos evidenciou diferenças entre grupos no total de gordura abdominal. Conclusão: Este estudo contribui com a idéia de que as desigualdades em saúde estão relacionadas a resultados similares em saúde para ambos os extremos populacionais, e propõe um modelo animal para explorar ainda mais este efeito.; Introduction: We have previously proposed a theoretical model in which extreme unequal social backgrounds coexist in a complex scenario promoting similar health outcomes, named “Similarities in the inequalities”, and had evidence of this effect in humans. Our objective was to propose an animal model to reflect the “Similarities in the inequalities” phenomenon. Methods: Rats were time-mated and randomly allocated to: Control (Adlib), receiving an ad libitum diet of standard laboratory chow, 50% food restricted (FR), receiving 50% of the ad libitum-fed dam’s intake and high fat diet (HF), receiving a diet containing 45.0% fat. These diets were provided from day 10 of pregnancy throughout the 21-day of lactation. Within 24 hours after birth, all pups were cross-fostered to other dams, forming the following groups: Adlib_Adlib, FR_Adlib, FR_FR, Adlib_FR, HF_Adlib, HF_HF, Adlib_HF. Dam’s body weight and show consumption, pup’s birth weight, growth and physical activity in running wheels, was compared between groups through GEE, using different statistical models. Twoway ANOVA was used to evaluate abdominal fat and biochemical outcomes. Results: Body weight of Adlib and HF dams was higher compared to FR dams. Apart from some isolated effects of the exposure to the FR or HF diets during specific perinatal times (gestation and/or lactation), the “Similarities in the inequalities” effect was seen in birth weight (both FR and HF pups were smaller than Adlib pups) and physical activity (the extreme groups FR_Adlib and HF_Adlib were similarly different from the reference group Adlib_Adlib, being less active in males and more active in females). Body weight monitoring throughout life showed that males were heavier than females.  None of the three statistical models showed differences between groups in total abdominal fat. Conclusion: Our study contributes to the idea that health inequalities are related to similar health outcomes for both populational extremes, and proposes an animal model to further explore this effect.
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<dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Prevalência de anemia ferropriva em prematuros de muito baixo peso com um ano de idade corrigida e fatores perinatais associados</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/70393</link>
<description>Prevalência de anemia ferropriva em prematuros de muito baixo peso com um ano de idade corrigida e fatores perinatais associados
Ferri, Claúdia
Introdução: Anemia é uma patologia sistêmica e um problema de saúde pública em todo o mundo, inclusive entre prematuros que são considerados grupo de risco. Objetivo: Determinar a prevalência de anemia ferropriva e deficiência de ferro com um ano de idade corrigida em pré-termos de muito baixo peso e verificar os possíveis fatores de risco associados. Metodologia: estudo transversal aninhado a uma coorte de pré-termos em uso profilático de ferro, nascidos com peso inferior a 1500 gramas e idade gestacional menor de 34 semanas, já existente, composta de crianças em acompanhamento regular no ambulatório de seguimento de prematuros de hospital terciário aos doze meses de idade corrigida. O diagnóstico de anemia foi feito pela presença de hemoglobina menor que 11g/dL, e a deficiência de ferro foi determinada por níveis de ferritina inferiores a 10mcg/L, saturação de transferrina menor que 10% e o VCM (volume corpuscular médio) menor que 80fL. Métodos estatísticos: ANOVA One-Way, Qui-quadrado, t de Student, Mann-Whitney, exato de Fisher e Regressão de Poisson. Resultados: Foram incluídas 310 crianças, com prevalência de 26,5% de anemia (n=82), já a prevalência de deficiência de ferro foi de 48%. O maior consumo de leite de vaca aos seis meses de idade corrigida, a menor idade da mãe, o maior número de gestações e ter nascido pequeno para a idade gestacional foram independentemente associadas à anemia após ajustes. Conclusões: A prevalência de anemia é alarmante, e os fatores que mais influenciaram este alto índice foram: menor idade materna, maior número de gestações, menor peso de nascimento para a idade gestacional e maior consumo de leite de vaca aos seis meses de idade corrigida. Estratégias educacionais, alimentares e ambientais poderão impactar em menor prevalência de anemia no seguimento após a alta.; Introduction: Anemia is a systemic condition and a public health issue worldwide, premature infants that are considered a high-group risk. Objective: To ascertain the prevalence of iron deficiency and iron-deficiency anemia at 1 year corrected age in very low birth weight preterm infants and potential risk factors therefor. Methods: An existing cohort of very low birth weight preterm infants (weight &lt;1500 g and gestational age &lt;34 weeks at birth) receiving prophylactic iron supplementation and regular follow-up at the outpatient prematurity clinic of a tertiary referral hospital was assessed at 12 months corrected age. Anemia was diagnosed by a hemoglobin level &lt;11 g/dL, and iron deficiency, by ferritin levels &lt;10 mcg/L, transferrin saturation &lt;10%, and MCV (mean corpuscular volume) &lt;80 fL. Statistical methods included one-way ANOVA, Poisson regression, and chi-square, Student’s t, Mann-Whitney U, and Fisher’s exact tests. This study was approved by the local Research Ethics Committee. Results: The sample comprised 310 infants. The overall prevalence of anemia was 26.5% (n=82), and that of iron deficiency, 48%. Four factors were independently associated with anemia after adjustment: greater cow’s milk intake at 6 months corrected age, younger maternal age, greater number of pregnancies and small for gestational age status. Conclusions: The prevalence of anemia in this sample was concerning. The most influential determinants of anemia were: younger maternal age, greater number of pregnancies, small for gestational age status and cow’s milk intake at 6 months corrected age. Educational strategies geared to proper feeding and environmental factors may help decrease the prevalence of anemia after discharge in very low birth weight preterm infants.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10183/67525">
<title>Fatores associados à gravidade da infecção por influenza A pandêmico (H1N1) 2009 em pacientes pediátricos hospitalizados</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/67525</link>
<description>Fatores associados à gravidade da infecção por influenza A pandêmico (H1N1) 2009 em pacientes pediátricos hospitalizados
Scotta, Marcelo Comerlato
Introdução: A pandemia causada pelo vírus Influenza A(H1N1)pdm09 teve seu ápice entre julho e agosto de 2009 no sul do Brasil com maior incidência em crianças e adultos jovens. No período pós-pandêmico, houve um novo aumento na incidência de casos nos meses de inverno em 2011 e 2012 no Brasil, com padrão semelhante ao vírus Influenza sazonal. Como este agente persiste em circulação em nosso meio, objetivamos investigar os fatores de risco para evolução clínica desfavorável em pacientes pediátricos. Métodos: Foi realizado um estudo transversal através de revisão de prontuários de internação de pacientes com idade inferior a 14 anos e infecção por Influenza A (H1N1)pdm09 confirmada por RT-PCR durante a primeira onda pandêmica em seis hospitais terciários em Porto Alegre, Brasil. A necessidade de ventilação mecânica foi definida como desfecho e idade, doenças crônicas, codetecções de vírus ou bactérias, achados na radiografia de tórax e uso de Oseltamivir foram definidos como possíveis preditores. Resultados: Foram incluídos 120 pacientes. Na análise multivariável, a presença de doenças crônicas (Razão de prevalências: 2.613, 95% Intervalo de confiança: 1.267-5.386) e codetecção viral (Razão de prevalências: 2.43, 95% Intervalo de confiança: 1.203-4.905) foram estatisticamente associados a um pior desfecho (p&lt;0,05). Conclusões: A presença de doenças crônicas como preditor reforça evidências prévias. Além disso, encontramos codetecção viral como um fator de risco. Estudos adicionais são necessários para confirmar esta associação.; Introduction: The pandemic caused by Influenza A(H1N1)pdm09 virus peaked between July and August 2009 in southern Brazil with the highest incidence in children and young adults. In the post-pandemic period, there was an increase in the incidence of cases in the winter months in 2011 and 2012 in Brazil, similar to seasonal Influenza virus. Since infections due to pandemic Influenza are still occurring, we aim to investigate risk factors for worse outcome in children. Methods: A cross-sectional study was performed reviewing charts of hospitalized patients younger than 14 years with RT-PCR positive for Influenza A (H1N1)pdm09 during the first pandemic wave in six tertiary centers in Porto Alegre, Brazil. We defined need of mechanical ventilation as severity outcome and age, chronic medical conditions, bacterial and viral co-detection, chest radiograph findings and use of Oseltamivir as possible predictors. Results: We included 120 patients. In a multivariable analysis, chronic medical conditions (PR: 2.613, 95% CI: 1.267-5.386) and viral co-detection (PR: 2.43, 95% CI: 1.203-4.905) were statistically associated with worse outcome (p&lt;0,05). Conclusions: The presence of chronic medical conditions as predictor reinforces previous evidences. Furthermore, we found viral co-detection as a risk factor. Further studies are necessary to confirm this association.
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<dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10183/67520">
<title>Estudo da orelha contralateral na otite média crônica : avaliação auditiva</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/67520</link>
<description>Estudo da orelha contralateral na otite média crônica : avaliação auditiva
Silva, Denis Lessa da
Uma das condições mais comuns responsável pela perda auditiva durante a infância é a Otite Média (OM). A OM ainda é considerada “questão de saúde pública” devido à sua alta prevalência e distribuição mundial. Há poucos estudos na literatura que relatam as alterações na orelha contralateral (OCL) em pacientes com otite média crônica (OMC). Para enfatizar esses conceitos e analisar com mais profundidade a prevalência de bilateralidade na OMC, há vários anos iniciamos uma linha de pesquisa, focalizando três cenários diferentes: a histopatologia (ROSITO, COSTA, SCHARCHEN, 2007); o padrão clínico e otoscópico (COSTA et al., 2008) e a fisiologia (função auditiva) no presente estudo. Objetivo: Avaliar a função auditiva da OCL em pacientes com OMC através do gap aéreo-ósseo. Comparar os dados audiométricos da OCL levando em conta se o paciente apresenta Otite Média Crônica não Colesteatomatosa (OMCNC) ou Otite Média Crônica Colesteatomatosa (OMCC) na orelha principal (OP). Métodos: Estudo transversal, comparativo e contemporâneo, com 1000 pacientes com diagnóstico de OMC submetidos a exame otorrinolaringológico, videotoscopia e audiometria tonal liminar (ATL). Resultados: A prevalência de gap aéreo-ósseo foi de aproximadamente 40%, tanto na amostra total e na análise estratifica por tipo de OM (na amostra geral houve 392 (39,2%) pacientes, no grupo com OMCNC houve 279 (40,8%), e no grupo com OMCC foram 113 (37,17%). Conclusões: Assim como os achados de estudos clínicos e histopatológicos, a prevalência de alterações audiológicas na OCL foi elevada, evidenciando o caráter bilateral na OMC.; Otitis media (OM) is one of the leading causes of hearing loss in childhood. Due to its high prevalence and worldwide distribution, OM is still regarded as a public health issue. Nevertheless, few studies have assessed involvement of the contralateral ear (CLE) in patients with chronic otitis media (COM). To demonstrate the bilateral nature of COM, we designed three distinct studies, which focused on histopathology and anatomy, clinical findings and physiology (both previously published), and, finally, auditory function. Objective: To measure auditory function in the CLE in a sample of COM patients by means of air-conduction thresholds, bone-conduction thresholds, and the air-bone gap, and to compare CLE audiometry findings in patients with non-cholesteatomatous (NC-COM) or cholesteatomatous chronic otitis media (CCOM). Methods: This was a cross-sectional, contemporary and comparative study of 1000 patients with a diagnosis of COM. Clinical ear examination, video otoscopy, and pure-tone audiometry (PTA) were performed. Results: The overall prevalence rate of air-bone gap was approximately 40%, both in the total sample and after stratification by type of OM (393 [39.2%] patients overall, 279 [40.3%] in the NC-COM group, 113 [37.17%] in the CCOM group). Conclusions: As did clinical and histopathology findings in previous studies, audiological evaluation revealed a substantial prevalence of CLE involvement, providing evidence of the bilateral nature of COM.
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