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<title>Artigos de Periódicos</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/19209</link>
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<pubDate>Sat, 25 May 2013 05:30:55 GMT</pubDate>
<dc:date>2013-05-25T05:30:55Z</dc:date>
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<title>Avaliação do tempo de resposta eletromiográfica em atletas de voleibol e não atletas que sofreram entorse de tornozelo</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/71923</link>
<description>Avaliação do tempo de resposta eletromiográfica em atletas de voleibol e não atletas que sofreram entorse de tornozelo
Pacheco, Adriana Moré; Vaz, Marco Aurelio; Pacheco, Ivan
A proposta deste estudo foi examinar o tempo de resposta eletromiográfica dos músculos fibulares, na inversão repentina do pé, em tornozelos com presença de lesão e saudáveis. Três grupos foram testados, um de atletas normais (grupo 1), um de atletas com história recente de entorse de tornozelo (grupo 2) e o outro de não atletas com história recente de entorse de tornozelo (grupo 3). Para cada sujeito dos três grupos, ambos os tornozelos foram testados. Os sujeitos que sofreram entorse de tornozelo (grupos 2 e 3) não apresentavam sintomas de lesão durante os últimos dois meses antes do teste. Uma plataforma capaz de produzir uma inversão repentina lateral de 20° do tornozelo no plano frontal simulava um evento de entorse de tornozelo. Eletrodos de eletromiografia de superfície foram colocados na pele sobre os músculos fibulares. Os tempos de resposta eletromiográfica dos músculos fibulares foram obtidos e comparados entre os grupos. Para o grupo 1, a média dos tempos de resposta eletromiográfica foi de 71ms para a perna direita e 69ms para a perna esquerda.  Para o grupo 2, a média dos tempos de resposta eletromiográfica foi de 72ms para o tornozelo sem lesão e 74ms para o tornozelo com a lesão. Para o grupo 3, a média dos tempos de resposta eletromiográfica foi de 72ms para o tornozelo sem lesão e 73ms para o tornozelo com a lesão. Os resultados indicaram que não houve diferença estatisticamente significante entre as pernas direita e esquerda no grupo 1 e entre os tornozelos sem lesão e com lesão dos grupos 2 e 3 para os músculos fibulares. Os achados do presente estudo sugerem que a resposta eletromiográfica dos músculos fibulares, durante o deslocamento angular repentino do tornozelo, não foi influenciada pela entorse de tornozelo.; La propuesta de este estudio era examinar el tiempo de la respuesta electromiográfica de los musculos fibulares, en el esguince agudo del pie, en los tobillos con la presencia de lésion y saludables. Se probaron tres grupos, uno de atletas normales (grupo 1), uno de atletas con la reciente historia de esguince del tobillo (grupo 2) y el otro de ningún atleta con la reciente historia de esguince del tobillo (grupo 3). Para cada sujeto de los tres grupos, se probaron ambos tobillos. Los atletas que sufrieron el esguince del tobillo (se agruparon en 2 y 3) estos no presentaron los síntomas de la lesión durante los últimos dos meses antes de la prueba. Se usó una plataforma capable di producir una inversión súbita lateral de 20° del tobillo en el plan delantero simulando, así, un evento de esguince del tobillo. Se pusieron electrodos de eletromiografia de la superficie en la piel en la región anexa de los músculos.  Se obtuvieron registros eletromiográficos de la respuesta de las fibras de los músculos y se compararon, así, entre los grupos. Para el de grupo 1, el promedio de las veces de eletromiográfica de la respuesta fue de 71 ms por la pierna correcta y 69 ms para la pierna izquierda. Para el de grupo 2, el promedio de las veces de eletromiográfica de la respuesta fue de 72 malo por el tobillo sin la lesión y 74 malo para el tobillo con la lesión. Para el de grupo 3, el promedio de las veces de eletromiográfica de la respuesta fue de 72 malo por el tobillo sin la lesión y 73 malo para el tobillo con la lesión. Los resultados indicaron que no había diferencia estatisticamente significante entre las piernas sanas y lo hallado en el grupo 1 y entre los tobillos sin la lesión y con la lesión de los grupos 2 y 3 para las fibras de los músculos. Los descubrimientos del estudio presente sugieren que la eletromiográfía de la respuesta de las fibras de los músculos, durante el desplazamiento angular aguso del tobillo, no es influenciada por el esguince del tobillo.; The purpose of this study was to examine the time for the electromyographic response of the fibular muscles in the sudden foot inversion in sprained and healthy ankles. Three groups of athletes were tested: one composed by healthy athletes (group 1), one group of athletes with recent history of ankle sprain (group 2), and another group composed by non-athletes with recent history of ankle sprain (group 3). For each individual from the three groups both ankles were tested. Individuals with ankle sprain (groups 2 and 3) were asymptomatic for the last two months prior to the test. A platform able to produce a sudden 20o side inversion of the ankle in the frontal plane simulated an ankle sprain event. Surface electromyography electrodes were placed over the fibular muscles.  Times for the electromyographic response of the fibular muscles were obtained and compared between groups. In group 1, the mean electromyographic response times were: 71 ms for the right leg, and 69 ms for the left leg. In group 2, the mean electromyographic response times were: 72 ms for non-sprained ankle, and 74 ms for sprained ankle. In group 3, the mean electromyographic response times were: 72 ms for non-sprained ankle and 73 ms for sprained ankle. Results indicated no statistically significant difference between the right and left legs in group 1, and between non-sprained and sprained ankle in groups 2 and 3 for the fibular muscles. The findings in the present study suggest that the time for the electromyographic response of the fibular muscles to sudden angular displacement of the ankle was not influenced by the ankle sprain.
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/71923</guid>
<dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Respostas de freqüência cardíaca, consumo de oxigênio e sensação subjetiva ao esforço em um exercício de hidroginástica executado por mulheres em diferentes situações com e sem o equipamento Aquafins®</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/71924</link>
<description>Respostas de freqüência cardíaca, consumo de oxigênio e sensação subjetiva ao esforço em um exercício de hidroginástica executado por mulheres em diferentes situações com e sem o equipamento Aquafins®
Pinto, Stephanie Santana; Alberton, Cristine Lima; Figueiredo, Paulo André Poli de; Tiggemann, Carlos Leandro; Kruel, Luiz Fernando Martins
As aulas de hidroginastica estao cada vez mais diversificadas com o uso de materiais apropriados ao meio aquatico. Entretanto, poucos estudos verificaram a influencia da utilizacao de tais materiais nas respostas cardiorrespiratorias. O objetivo foi analisar as respostas de frequencia cardiaca, consumo de oxigenio e sensacao subjetiva ao esforco em mulheres durante a execucao de um exercicio de hidroginastica em diferentes situacoes com e sem o equipamento resistivo Aquafins ®. Onze mulheres realizaram o exercicio deslize frontal com a flexao e extensao horizontal de ombros em quatro situacoes: sem equipamento resistivo (S-FINS), com Aquafins ® nos membros inferiores (FINS-MIs), com Aquafins® nos membros superiores (FINS-MSs) e com Aquafins® nos membros superiores e inferiores (FINS-MIs/MSs). Em todas as situacoes foi verificado a FC, o VO2 e a SSE. Utilizou-se ANOVA para medidas repetidas, com post-hoc de Bonferroni (p &lt; 0,05).  A FC foi significativamente mais elevada nas situacoes FINS-MIs/MSs (159 ± 12bpm) e FINS-MIs (147 ± 18bpm), comparando-as com as demais situacoes. No entanto, a situacao FINS-MIs apresentou FC similar a FINS-MSs (148 ± 16 bpm). Por sua vez, as tres situacoes com o Aquafins® foram diferentes da situacao S-FINS (131 ± 14bpm). Para o VO2 houve diferenca significativa entre a situacao FINS-MIs/MSs (22,77 ± 3,58ml.kg-1.min-1), comparando-a com as demais. As situacoes FINS-MSs (19,67 ± 4,29ml.kg-1.min-1) e FINS-MIs (20,38 ± 3,99ml.kg-1.min-1) apresentaram VO2 significativamente maior que S-FINS (15,18 ± 4,67ml.kg-1.min-1). A SSE foi significativamente maior na situacao FINS-MIs/MSs (16 ± 1,55), comparando-a com FINS-MIs (14 ± 0,9) e S-FINS (13 ± 1,29), entretanto, nao foi diferente da FINS-MSs (14 ± 1,57). Portanto, a utilizacao de equipamentos que promovam resistencia ao movimento na hidroginastica e indicada para melhorias no sistema cardiorrespiratorio.; Aquatic exercise sessions are becoming increasingly diversified due to the use of apparatus appropriate to aquatic environment. However, few studies analyzed the influence of the use of such apparatus in the cardiorespiratory responses. The purpose was to analyze the heart rate, oxygen consumption and the rating of perceived exertion of effort in women during an aquatic exercise performed in different situations with and without resistive equipment, Aquafins(tm). Eleven women performed the cross country skiing exercise with horizontal shoulder flexion and extension in four situations: without resistive equipment (NO-FINS), with Aquafins(tm) on the lower limbs (FINS-LLs), with Aquafins(tm) on the upper limbs (FINS-ULs) and with Aquafins(tm) on the lower and upper limbs (FINS-LLs/ULs). In each situation HR, VO2 and SSE were verified. For data analysis, ANOVA for repeated measures were used, with the Bonferroni post-hoc test (p &lt; 0.05).  When compared to the other situations, HR was significantly higher with the FINS-LLs/ULs (159 ± 12 bpm) and FINS-LLs (147 ± 18 bpm). However, the FINS-LLs situation exhibited a similar HR to that of FINS-ULs (148 ± 16 bpm). In turn, the three situations with Aquafins(tm) were different from the NO-FINS (131 ± 14 bpm) situation. In the case of VO2, there was a significant difference between the FINS-LLs/ULs (22.77 ± 3.58 ml.kg-1.min-1) situation and the other situations. The FINS-ULs (19.67 ± 4.29 ml.kg-1.min-1) and FINS-LLs (20.38 ± 3.99 ml.kg-1.min-1) situations exhibited significantly higher VO2 levels than NO-FINS (15.18 ± 4.67 ml.kg-1.min-1). The RPE was significantly greater in the FINS-LLs/ULs (16 ± 1.55) situation when compared to FINS-LLs (14 ± 0.9) and NO-FINS (13±1.29), though there was no difference from the FINS-ULs (14 ± 1.57) situation. Therefore, the use of equipments that promote resistence to the movement in aquatic exercise is recommended to improvement in the cardiorespiratory system.
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/71924</guid>
<dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O estresse oxidativo e o exercício físico em indivíduos HIV positivo</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/71922</link>
<description>O estresse oxidativo e o exercício físico em indivíduos HIV positivo
Deresz, Luís Fernando; Lazzarotto, Alexandre Ramos; Manfroi, Waldomiro Carlos; Gaya, Adroaldo Cezar Araujo; Sprinz, Eduardo; Oliveira, Álvaro Reischak de; Dall'Ago, Pedro
A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é acompanhada por alterações estruturais e funcionais relacionadas ao sistema imunológico. Além disso, o aumento do estresse oxidativo (EO) nos portadores do HIV, caracterizado por diminuição nos níveis de glutationa (GSH), aumentos na glutationa oxidada (GSSG), na razão GSSG / GSH e lipoperoxidação, bem como redução da atividade de enzimas antioxidantes – catalase, superóxido dismuta-se (SOD) e glutationa peroxidase (GPx) – é uma conseqüência da evolução dos pacientes infectados com HIV. As células do sistema imunológico necessitam de altas concentrações de antioxidantes para manter o balanço redox e preservar a sua integridade e função. Quando ocorre a depleção dos antioxidantes, há diminuição da resposta imunológica e aumento na replicação do HIV. O uso da terapia anti-retroviral combinada (TARV) melhorou significativamente a evolução clínica dos pacientes, porém, mesmo assim, alguns continuam apresentando EO aumentado e outros efeitos da TARV, como alterações no metabolismo lipídico e muscular.  O treinamento físico é utilizado como intervenção não farmacológica nos pacientes infectados pelo HIV para proporcionar melhoria nos parâmetros antropométricos, aeróbios, musculares e psicológicos, porém, há carência de estudos sobre a sua utilização em relação ao estresse oxidativo. Nesta revisão, foram analisados os tópicos referentes ao estresse oxidativo nos pacientes HIV positivos e os possíveis benefícios do exercício físico na capacidade antioxidante. O treinamento físico é uma estratégia auxiliar para os pacientes, com ou sem uso da TARV, uma vez que melhora os aspectos cardiorrespiratórios, musculares, antropométricos e psicológicos sem induzir a imunossupressão. Referindo- se ao estresse oxidativo, infere-se, a partir dos dados em indivíduos HIV negativos, que o treinamento físico pode gerar adaptações que minimizam os efeitos deletérios provocados pelo EO através de melhorias nos níveis das defesas antioxidantes enzimáticas e não enzimáticas.; Human immunodeficiency virus (HIV) infection is characterized by functional and structural changes related to the immunological system. Moreover, increase in oxidative stress (OS) in HIV patients, characterized by a reduction in the glutathione (GSH) levels, increases in glutathione disulfide (GSSG), in the ratio GSSG/GSH and in lipid peroxidation, as well as a reduction in antioxidant enzymes - catalase, superoxid dismutase (SOD) and gluthatione peroxidase (GPx) . is a consequence of the evolution in HIV-infected patients. Higher levels of antioxidant activity are necessary to maintain the immunological system cells redox balance and preserve their function. In an antioxidant depleted state, there is a reduction in the immunological response and an increase in HIV replication. The use of highly active antiretroviral therapy (HAART) has improved the clinical evolution of these patients. However, some patients remain showing higher OS and other effects of HAART, such as changes in lipidic and muscle metabolism.  Exercise training has been used as a non pharmacological treatment in HIV infected patients to promote improvements in anthropometrics, aerobic, muscle and psychological outcomes; however, there are insufficient data about the effects of exercise training in OS. This review analyzes the topics related to the oxidative stress in HIVinfected patients and the possible benefits of the physical exercise in the antioxidant capacity. Physical training is a complementary procedure for the patients, with or without use of the HAART, since it improves the cardiorespiratory, muscle, anthropometrics and psychological performance without inducing immunodepression. In relation to oxidative stress, it is inferred, from the data obtained in non-HIV individuals, that the physical training could promote adaptations that minimize the deleterious effect induced by OS through improvements in the activity of the enzymatic and non-enzymatic antioxidant defenses.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>As equações de predição da taxa metabólica basal são apropriadas para adolescentes com sobrepeso e obesidade?</title>
<link>http://hdl.handle.net/10183/71921</link>
<description>As equações de predição da taxa metabólica basal são apropriadas para adolescentes com sobrepeso e obesidade?
Schneider, Patricia; Meyer, Flavia
As equações de predição conhecidas podem apresentar valores de taxa metabólica basal (TMB) diferentes daqueles medidos por calorimetria indireta. Os objetivos deste estudo foram descrever a TMB, por meio de calorimetria indireta, em meninos com sobrepeso e obesidade, de 12 a 17 anos de idade, residentes em Porto Alegre, Brasil, e comparar o valor medido com os valores de TMB estimados por equações de predição. A TMB foi medida por calorimetria indireta, pela manhã, em 35 voluntários, sob condições padronizadas de jejum, repouso e ambiente. A média (± desvio-padrão) da TMB medida foi de 1.900,5 ± 248,8kcal em 24 horas. A estimativa da TMB por equações foi significativamente maior, em três das quatro equações (6,5 a 9,5%), do que a TMB medida (p &lt; 0,05). Os dados evidenciaram que as equações de predição não são adequadas para estimar a TMB nos meninos com sobrepeso e obesidade avaliados. O emprego dessas equações, na maioria dos casos, pode superestimar os requerimentos energéticos para meninos com características semelhantes.; Las ecuaciones de predicción conocidas pueden presentar valores de tasa metabólica basal (TMB) diferentes de aquellos medidos por calorimetria indirecta. Los objetivos de este estudio fueron describir la TMB, por medio de calorimetría indirecta, en chicos con sobrepeso y obesidad, de 12 a 17 años de edad residentes en Porto Alegre, Brasil, y comparar el valor medido con los valores de TMB estimados por ecuaciones de predicción. La TMB fué medida por calorimetria indirecta, por la mañana, en 35 voluntarios, sobre condiciones padronizadas de ayuno, reposo y ambiente. La media (± DP) de la TMB medida fué 1.900,5 ± 248,8 kcal en 24 horas. La estimativa de la TMB por ecuaciones fué significativamente mayor, en tres de las cuatro ecuaciones (6,5 a 9,5%), de que la TMB medida (p &lt; 0,05). Los datos evidenciaron que las ecuaciones de predicción no son adecuadas para estimar la TMB en los niños con sobrepeso y obesidad evaluados. El empleo de esas ecuaciones, en la mayoría de los casos, puede superestimar los requerimentos energéticos para chicos con características semejantes.; The known predictive equations can present different values for basal metabolic rate (BMR) compared to those measured through indirect calorimetry. The objective of this study was to describe BMR through indirect calorimetry of overweight and obese boys (with ages between 12 and 17 years old) living in Porto Alegre, Brazil, and to compare the measured value with values estimated by predictive equations. Thirty-five volunteers had their BMR measured through indirect calorimetry in the morning, under standard conditions of fasting, rest and environment. The average (± standard deviation) of measured BMR was of 1,900.5 ± 248.8 kcal/24 hours. Estimated BMR were significantly greater, in three of four equations (6.5 to 9.5%), than measured BMR (p &lt; 0.05). These results show that predictive equations are not suitable to estimate BMR in these groups of overweight and obese boys. The use of estimated BMR can lead, in most cases, to an overestimation of energy requirements for boys with similar characteristics.
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10183/71921</guid>
<dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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