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Nível de ativação muscular em diferentes exercícios de força para membros inferiores

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Nível de ativação muscular em diferentes exercícios de força para membros inferiores

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Título Nível de ativação muscular em diferentes exercícios de força para membros inferiores
Autor Germano, Juan Nicolás Silvero
Orientador Pinto, Ronei Silveira
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Bacharelado.
Assunto Membros inferiores
Treinamento de força
Resumo O preparo de um programa de treinamento de força depende de inúmeras variáveis. Dentre elas vale salientar a que consiste na seleção dos exercícios, uma vez que diferentes exercícios devem gerar diferentes demandas. Sendo assim, determinar a influência de diferentes exercícios na ativação muscular parece muito importante para a seleção dos exercícios que formarão um programa de treinamento de força. Assim, o objetivo deste estudo foi comparar a ativação do reto femoral (RF), vasto lateral (VL), vasto medial (VM), bíceps femoral (BF), semitendíneo (ST) e glúteo máximo (GM) em exercícios de força para os membros inferiores. Para isso, homens treinados foram avaliados quanto à ativação do sinal eletromiográfico (EMG) desses músculos nos exercícios: meio-agachamento no multiforça com os pés à frente e com os pés na linha da barra, hack machine com os pés à frente e com os pés na linha dos ombros, leg press 45º alto e baixo, leg press horizontal alto e baixo, flexão de joelho sentado e em decúbito ventral e extensão de joelho. Os sinais EMGs foram normalizados segundo sua ativação (em valores RMS) obtida em contrações isométricas voluntárias máximas (CIVM) e a carga de cada exercício foi relativa a 12 repetições máximas. Os dados foram apresentados de forma descritiva (média e desvio padrão) sem utilização de estatística inferencial, visto que o ‘n’ amostral não foi substancial. Os resultados obtidos mostraram que a maior ativação de RF, VL e VM foi na execução de extensão de joelho (63% ±22, 75% ±24 e 81% ±20 respectivamente). Para BF e ST a maior ativação foi no exercício de flexão de joelho em decúbito ventral (75% ±19 e 76% ±25) respectivamente. O exercício que mais ativou glúteo máximo foi o meio-agachamento com os pés na linha da barra (61% ±42). Não houve constatação de fadiga muscular após a realização do protocolo de exercícios através da diferença nos valores de CIVM’s. A diferença dos exercícios monoarticulares para os poliarticulares foi pequena para os músculos do quadríceps. Mas para os músculos isquiotibiais a ativação foi maior nos monoarticulares, com uma diferença de mais de 50% em relação aos poliarticulares, mostrando que é fundamental a inserção destes exercícios em uma rotina de treinamento de força para a manutenção do equilíbrio articular. Além disso, a relativa alta variabilidade dos resultados pode mostrar que diferentes indivíduos possuem diferentes estratégias neuromusculares.
Abstract The preparation of a program of strength training depends on many variables. Among them is worth pointing out that the selection of exercises, since different exercises should generate different demands. Thus, to determine the influence of different exercises on muscle activation seems very important for the selection of exercises that form a program of strength training. The objective of this study was to compare the activation of the rectus femoris (RF), vastus lateralis (VL), vastus medialis (VM), biceps femoris (BF), semitendinosus (ST) and gluteus maximus (GM) strength exercises for the lower limbs. For this, trained men were evaluated for activation of the electromyographic signal (EMG) of these muscles in the exercises: half squat in multiservice with feet forward and with feet on the line of the bar, hack machine with feet forward and with feet at the shoulders, leg press 45 high and low, high and low pressure leg horizontal, knee flexion in sitting and prone and knee extension. The EMG signals were normalized according to their activation (RMS values) obtained in maximum voluntary isometric contractions (MVIC) and the load of each exercise was related to 12 repetitions maximum. Data were presented descriptively (mean and standard deviation) without the use of inferential statistics, since the sample 'n' was not substantial. The results showed that the greater activation of RF, VL and VM was running in knee extension (63 ± 22%, 75% ± 24 and 81 ± 20% respectively). For the BF and ST activation was greater in the exercise of knee flexion in the prone position (75% ± 19 and 76 ± 25%) respectively. The exercise enabled more gluteus maximus was the half-squat with your feet on the line of the bar (61% ± 42). There was no finding of muscle fatigue after completion of the exercise protocol by the difference in the values of MVIC's. Unlike the single-joint exercises for polyarticular was small for the quadriceps muscles. But for the hamstring muscle activation was higher in single-joint, with a difference of over 50% compared to polyarticular, showing that it is essential to insert these exercises into a routine of strength training to maintain balance articulate. Furthermore, the relatively high variability of the results may show that different individuals possess different neuromuscular strategies.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/102254
Arquivos Descrição Formato
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