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Padronização de protocolo de imunofluorescência em microscopia confocal para avaliação de alterações bioquímicas e citomorfológicas induzidas pela neurotoxina 6-hidroxidopamina à linhagem celular SH-SY5H

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Padronização de protocolo de imunofluorescência em microscopia confocal para avaliação de alterações bioquímicas e citomorfológicas induzidas pela neurotoxina 6-hidroxidopamina à linhagem celular SH-SY5H

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Título Padronização de protocolo de imunofluorescência em microscopia confocal para avaliação de alterações bioquímicas e citomorfológicas induzidas pela neurotoxina 6-hidroxidopamina à linhagem celular SH-SY5H
Autor Silva, Adriana Corrêa da
Orientador Klamt, Fabio
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Ciências Básicas da Saúde. Curso de Biomedicina.
Assunto Cofilina 1
Doença de Parkinson
Microscopia
Neuroblastoma
Oxidopamina
Resumo Um dos grandes desafios no estudo sobre a Doença de Parkinson (DP) é a elucidação da fisiopatologia dos neurônios dopaminérgicos da via nigroestriatal durante a progressão da DP. Utilizando a linhagem celular de neuroblastoma humano SH-SY5Y, diferenciada em linhagem tipo neurônio dopaminérgico, como modelo in vitro para estudos moleculares da DP são descritos estudos que avaliam, bioquímica e morfologicamente, os eventos descritos na patologia da DP. Sabe-se que a oxidação da proteína cofilina-1 medeia disfunção mitocondrial e apoptose em células tumorais e, pode potencialmente desempenhar um papel importante na morte de células neuronais induzidas por neurotoxinas como a 6-hidroxidopamina (6-OHDA), uma droga comumente usada para indução de DP em animais. Estudos com esta linhagem demonstram a translocação de cofilina-1 do citosol para a mitocôndria durante tratamento com 6-OHDA, entretanto nenhum estudo utiliza técnicas de microscopia para avaliação desde fenômeno. A microscopia é uma das técnicas descritas como menos invasiva, por manter a estrutura celular, permitindo a observação das características bioquímicas e morfológicas das células. Contudo, ainda são necessários aprimoramentos e a implementação de bons protocolos para utilização de equipamentos já bastante difundidos no meio científico, como a microscopia, possibilitando a utilização dessa ferramenta de estudo para diversos tipos celulares, cultivos, tecidos e amostras. Dessa forma, este trabalho se propõe a descrever um bom protocolo de imunofluorêscencia para microscopia confocal que tenha foco na morfologia celular e do seu conteúdo interno, como a distribuição de cofilina-1 nas células SH-SY5Y quando desafiada por 6-OHDA, utilizando parâmetros bioquímicos para validar o protocolo proposto. Nosso objetivo em desenvolver um protocolo de imunofluorêscencia para esta linhagem celular foi bem sucedido e validado pela apresentação de fragmentação mitocondrial durante tratamento com a neurotoxina, como descrito na literatura. Entretanto, não foi possível avaliar o comportamento de cofilina-1 pelo método utilizado neste momento, sendo necessárias repetições. De toda forma, este trabalho aborda pontos importantes a serem questionados ao trabalhar com as técnicas de imunofluorêscencia, orientando o leitor formas e pontos críticos, tornando possível adaptar um protocolo de imunofluorêscencia a todo tipo de amostra biológica para microscopia confocal.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/102523
Arquivos Descrição Formato
000934324.pdf (7.384Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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