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Efeito do extrato aquoso de cavalina (Equisetum giganteum L.) em modelo de monoartrite por antígeno

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Efeito do extrato aquoso de cavalina (Equisetum giganteum L.) em modelo de monoartrite por antígeno

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Título Efeito do extrato aquoso de cavalina (Equisetum giganteum L.) em modelo de monoartrite por antígeno
Autor Farinon, Mirian
Orientador Xavier, Ricardo Machado
Co-orientador Oliveira, Patricia Gnieslaw de
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Ciências Básicas da Saúde. Curso de Biomedicina.
Assunto Artrite reumatóide
Equisetum
Nociceptividade
Resumo A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune sistêmica onde a inflamação crônica da sinóvia articular e a subsequente erosão óssea e da cartilagem resultam em destruição articular, dor e incapacidade funcional. De etiologia pouco esclarecida, afeta cerca de 1% da população mundial adulta e 0,46% da brasileira. Apesar dos recentes progressos no tratamento da AR, estes ainda apresentam limitações e significativos efeitos adversos, salientando a necessidade de novas estratégias terapêuticas. Equisetum giganteum L. é uma planta usada na medicina popular das Américas Central e do Sul para o tratamento de doenças inflamatórias, dentre outras enfermidades. Apesar desse uso popular, estudos sobre sua eficácia antiinflamatória ainda não foram realizados. Com o objetivo de avaliar o efeito do extrato aquoso de cavalinha (AEGH), Equisetum giganteum L., como uma terapia imunomoduladora in vivo, foi empregado um modelo de artrite induzida por antígeno (AIA) em camundongos BALB/c com o antígeno albumina bovina sérica metilada (mBSA). Os camundongos foram tratados com AEGH (600 mg/kg em 100 μl) ou veículo (salina 5 mg/kg) em via oral por gavagem. A nocicepção do joelho foi avaliada em 0; 1; 3; 6 e 24 horas após a indução de artrite, e a migração de leucócitos em 24h foi mensurada na articulação do joelho. In vitro, a viabilidade celular em 24h (AEGH 20-140 g/ml) e a proliferação linfocitária com concanavalina A (conA) e lipopolissacarídeo (LPS) (AEGH 80 g/ml) foram realizadas. AEGH não apresentou toxicidade sobre linfócitos e inibiu a proliferação celular estimulada com conA e LPS em 23,56% e 31,77%, respectivamente (p<0,05). In vivo, o tratamento reduziu a nocicepção da pata em 3,6 e 24h após a injeção intraarticular de mBSA (p<0.01) e inibiu a migração de leucócitos totais para a articulação do joelho (16,42  6,54 x 104 leucócitos/cavidade) quando comparado com veículo (38,07  4,24 x 104 leucócitos/cavidade) (p<0,015). A partir desses dados, pode-se concluir que o AEGH possui potencial antiinflamatório em modelo de inflamação aguda, apresentando efeito tanto sofre linfócitos B quanto em T, com uma ação não dependente de toxicidade celular.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/102526
Arquivos Descrição Formato
000934855.pdf (772.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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