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Videogames e políticas cognitivas

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Videogames e políticas cognitivas

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Título Videogames e políticas cognitivas
Autor Gavillon, Póti Quartiero
Orientador Maraschin, Cleci
Data 2014
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional.
Assunto Cognição
Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)
Videogame
[en] Cognitive politics
[en] Controversies
[en] Game
[en] Game design
[en] Locative games
Resumo Esta dissertação se inscreve em estudos das tecnologias da informação e comunicação e suas relações com os campos da educação e da saúde. O estudo toma por objeto os movimentos de um grupo de pesquisa na constituição de um jogo locativo a ser utilizado no Jardim Botânico de Porto Alegre. Foram cartografadas as controvérsias e os impasses que se apresentaram no desafio de desenvolver um jogo locativo articulando um espaço virtual com o espaço concreto do Jardim Botânico. Para este jogo foi utilizada a plataforma ARIS, uma ferramenta para produção de jogos locativos para serem usados exclusivamente em dispositivos móveis. O conceito de política cognitiva é desenvolvido no texto de forma a contribuir com a análise da cartografia a partir de um entendimento produtivo das teorias sobre cognição. Com este estudo busca-se contribuir para pensar o design de jogos e o seu estudo com objetivos voltados à aprendizagem, através de uma análise das políticas cognitivas envolvidas nos processos de produção e da forma com que se atualizam em controvérsias. Percebemos que o encontro entre as propostas político-teóricas e as possibilidades técnicas de produção do jogo gera diferentes controvérsias que demonstram que a construção de jogos, assim como a aplicação de teorias sobre aprendizagem são negociadas em um coletivo de humanos e não-humanos. Verificamos que os jogos desenvolvidos a partir de uma determinada forma ou determinada teoria possibilitam e produzem relações específicas e as ferramentas utilizadas para a sua produção têm esta mesma agência.
Abstract This dissertation is part of the studies about information and communication technologies and their relationship to the fields of education and health. The study takes as its object the movements of a research group in the development of a locative game to be used in the Botanical Garden of Porto Alegre. We mapped the controversies and dilemmas that were presented in the challenge of developing a locative game combining a virtual space with the concrete space of the Botanic Garden. For this game the ARIS platform was used, it is a tool for production of locative games to be used exclusively on mobile devices. The concept of cognitive politics is developed in the text in order to contribute to the analysis of the cartography from a productive understanding of theories of cognition. With this study we seek to contribute to thinking game design and its study with goals focused on learning, through an analysis of the cognitive politics involved in the design process and the way they are performed in controversies. We noticed that the encounter between the political-theoretical proposals and the technical possibilities of game production generates different controversies, that demonstrate that building games as well as the application of theories of learning are negotiated in a collective of humans and non-humans. We found that games developed in a particular form or based on a particular theory allow and produce specific relationships and the tools used to produce them have this same agency.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/104367
Arquivos Descrição Formato
000935315.pdf (4.560Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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