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Não pode ser na seringa, tem que ser no muque : masculinidades e práticas corporais de hipertrofia numa academia de Porto Alegre

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Não pode ser na seringa, tem que ser no muque : masculinidades e práticas corporais de hipertrofia numa academia de Porto Alegre

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Título Não pode ser na seringa, tem que ser no muque : masculinidades e práticas corporais de hipertrofia numa academia de Porto Alegre
Outro título It can not be by syringe, it has to be by muscular force : masculinity and hypertrophy corporal practices in a gym in Porto Alegre
Outro título No se puede ser con jeringa, hay que ser con fuerza : masculinidades y prácticas corporales de hipertrofia en un gimnasio de Porto Alegre
Autor Cesaro, Humberto Luís de
Fraga, Alex Branco
Resumo Este artigo resulta de uma pesquisa realizada numa academia de Porto Alegre com o objetivo de compreender os processos de produção das masculinidades entre homens praticantes de musculação de grupos populares. No recorte aqui apresentado, mostramos como o rechaço à utilização dos esteroides anabolizantes, uma prática comum em várias academias, revela uma percepção da honra ligada à disciplina, à perseverança e à força de vontade como características mais importantes do que a produção de um corpo forte e conforme aos padrões estéticos vigentes. Palavras-chave: Masculinidades. Academia. Honra. Anabolizantes.
Abstract This article is the result of a research carried out in a gym in Porto Alegre aiming at understanding the processes of masculinity production among men who practice muscular exercises of popular groups. In the study here presented, we show how the repulse to the use of anabolic steroid, a common practice in several gyms, reveals an honor perception linked to discipline, persevering and willingness as more important features than the development of a strong body and according to the current aesthetic standard.
Resumen Este artículo es el resultado de una investigación realizada en un gimnasio de Porto Alegre, la cual busca comprender los procesos de producción de las masculinidades entre hombres practicantes de musculación de grupos populares. En el estudio que sigue, presentamos como el rechazo a la utilización de esteroides anabólicos, una práctica común en varios gimnasios, indica una percepción de prestigio conectada a la disciplina, a la perseverancia y a las ganas como señas más importantes que la producción de un cuerpo fuerte y de acuerdo con los patrones estéticos actuales.
Contido em Revista Didática Sistêmica. Rio Grande: Universidade Federal do Rio Grande, 2013. v. 15, n. 1, (2013), p. 84-98
Assunto Academias
Anabolizantes
Masculinidade
[en] Anabolic
[en] Gym
[en] Honor
[en] Masculinity
[es] Anabólicos
[es] Gimnasio
[es] Masculinidades
[es] Prestigio
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/105100
Arquivos Descrição Formato
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