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Produção e caracterização de biofilmes de amido nativo e modificado

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Produção e caracterização de biofilmes de amido nativo e modificado

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Título Produção e caracterização de biofilmes de amido nativo e modificado
Autor Patzer, Vanessa Laís
Orientador Tessaro, Isabel Cristina
Co-orientador Spada, Jordana Corralo
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Assunto Engenharia química
Resumo O presente trabalho aborda a síntese e a caracterização de biofilmes de amido de pinhão nativo e modificado por hidrólise ácida. Biofilmes são classificados como embalagens ativas que interagem com o alimento, capazes de conservar suas propriedades nutricionais e aumentar sua vida de prateleira. O amido utilizado foi extraído do pinhão com um tratamento a base de água. Após a extração do amido, o mesmo foi seco em estufa e modificado por hidrólise ácida em diferentes concentrações de ácido clorídrico (o,79 molr\ 2,26 moi.L-1 e 3,6 moi.L-1), para servir de matéria prima utilizada no preparo das soluções filmogênicas. Além do amido de pinhão, foi utilizado glicerol e goma xantana nas formulações referentes ao preparo dos biofilmes. Os biofilmes foram sintetizados através da secagem adequada das soluções filmogênicas em estufa com convecção de ar forçada a 40°C. j Por fim, essas embalagens ativas foram caracterizadas através das técnicas de medição direta por micrômetro (espessura), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), permeabilidade ao vapor de água, calorimetria diferencial de varredura (DSC) e splubilidade em água. O amido modificado foi caracterizado com o teste de dextrose eqyivalente, para analisar a porcentagem de hidrólise sofrida. Pela análise dos resultados obtidos através das técnicas de I caracterização, foi possível constatar que a solubilidade dos filmes aumentou com o aumento da Dextrose Equivalente (DE) e que a bermeabilidade ao vapor d'água foi menor para biofilmes produzidos com amido modificado. Quanto as propriedades térmicas, a temperatura de transição vítrea permaneceu a mesma em todos os biofilmes, além disso eles apresentaram boa resistência a altas temperaturas (temperatura de fusão superior a 137°C). Também foram feitos testes em diferentes pHs com biofilmes elaborados com adição de farinha de jabuticaba, rica em antocianina. Os biofilmes apresentaram mudanças na coloração quando em contanto com pHs diferentes.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/108488
Arquivos Descrição Formato
000946363.pdf (21.29Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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