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Percepção materna do estado nutricional de crianças matriculadas no ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS

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Percepção materna do estado nutricional de crianças matriculadas no ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS

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Título Percepção materna do estado nutricional de crianças matriculadas no ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS
Autor Antunes, Thiago
Orientador Schuch, Ilaine
Co-orientador Friedrich, Roberta Roggia
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Estado nutricional
Obesidade pediátrica
Percepção de peso
Porto Alegre (RS)
Resumo Introdução: A prevalência de sobrepeso e obesidade no Brasil está aumentando em todas as faixas etárias, em especial a infantil, se tornando um dos importantes problemas de saúde pública, contribuindo para a geração de doenças crônicas não transmissíveis. Dentre os principais fatores contribuintes estão distorções na percepção dos familiares, em especial a materna, sobre o real estado nutricional de seus filhos. Objetivo: Avaliar a percepção materna do estado nutricional de crianças de escolas municipais de ensino fundamental de Porto Alegre; Metodologia: Estudo transversal, em que participaram 495 escolares de ambos os sexos, matriculados do primeiro ao quarto ano, do ensino fundamental das escolas municipais da cidade de Porto Alegre/RS, com sua respectiva mãe. Foram coletados peso e altura tanto dos escolares quantos de suas mães e aplicado um questionário de escala verbal às mães. Resultados: 0,2% das crianças apresentaram baixo peso, 61% eutrofia e 38,4% excesso de peso. Cerca de 51,6% das crianças com excesso de peso tiveram seu estado nutricional subestimado por suas mães (Kappa = 0,36; P < 0,001), sendo 59,1% entre os meninos e 44,3% entre as meninas com excesso de peso (Kappa = 0,27; P < 0,001). A relação do IMC materno com o estado nutricional de seu filho mostrou que 72,6% das crianças com peso adequado tinham mães também com peso adequado e 63,9% das crianças com excesso de peso tinham mães com excesso de peso, sendo todos os resultados estatisticamente significativos (P < 0,001). Conclusão: O excesso de peso na população infantil é um problema crescente no Brasil e em outros países. A percepção familiar distorcida, em especial a materna, faz com que o excesso de peso, tanto em meninos quanto em meninas, seja percebido como normal e isso pode prejudicar o tratamento, sendo um dos principais contribuintes para a geração do excesso de peso. Portanto, estratégias de saúde pública focadas no entendimento da gravidade do excesso de peso e a correta avaliação do estado nutricional tanto de familiares quanto de profissionais de saúde, além do incentivo de uma alimentação saudável e da prática de atividade física regular configuram o primeiro passo no esforço para prevenir a obesidade.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/108991
Arquivos Descrição Formato
000949572.pdf (556.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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