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Prevalência de distúrbios metabólicos e hábitos de vida de professores do ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS

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Prevalência de distúrbios metabólicos e hábitos de vida de professores do ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS

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Título Prevalência de distúrbios metabólicos e hábitos de vida de professores do ensino fundamental de escolas municipais de Porto Alegre/RS
Autor Fagundes, Lais Cardoso
Orientador Schuch, Ilaine
Co-orientador Friedrich, Roberta Roggia
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Docentes
Hábitos alimentares
Porto Alegre (RS)
Saúde do trabalhador
Resumo Introdução:O trabalho docente vem passando por um processo de profundas mudanças na sua organização e nas definições dos objetivos e funções que norteiam suas práticas profissionais, que sobrecarrega e prejudica a qualidade de vida e saúde desses professores. Objetivo: Avaliar a prevalência de distúrbios metabólicos e hábitos de vida de professores, no qual incluí o estado nutricional, o consumo alimentar, o nível de pressão arterial e a prevalência de hipertensão, dislipidemia, diabetes, e obesidade entre os professores. Metodologia: Estudo transversal descritivo, com professores de ambos os sexos que atuavam do primeiro ao oitavo ano do ensino fundamental de 12 escolas municipais de Porto Alegre/RS. Resultados: A amostra de 73 professores teve o predomínio do sexo feminino (96%), com idade média de 40 anos (DP±8,6). Quanto ao estado nutricional, quase metade apresentou sobrepeso (45,2%) e 6,8% estavam obesos. Além disso, mais de 70% dos avaliados apresentaram circunferência da cintura com elevado risco para doenças metabólicas. Também, houve um baixo percentual no consumo diário de saladas cruas (35,6%), frutas (41,1%), leite (38,4%), legumes e verduras e feijão foi inferior a 1/3 dos professores. Também, o grupo apresentou consumo para doces (63%) acima de 2 ou mais vezes na semana e frituras (31,5%) pelo menos uma vez na semana. Para os distúrbios metabólicos 95% não apresentaram hipertensão arterial sistêmica, 13,9% referiram ter dislipidemia e 20% dos entrevistados relataram outras patologias entre elas hipotireoidismo e asma. Conclusão: Observou-se no presente estudo que os professores apresentaram elevada prevalência de excesso de peso, um hábito alimentar inadequado e inatividade física que pode repercutir na qualidade de vida e saúde desses profissionais, elevando o risco de desenvolver doenças crônicas. Sugerindo que mais investigações e intervenções sejam realizadas com o objetivo de promover a saúde no contexto do trabalho docente.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/108996
Arquivos Descrição Formato
000949809.pdf (926.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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