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Crash, romance e filme, expressão máxima da representação do desastre automobilístico em manifestações artísticas

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Crash, romance e filme, expressão máxima da representação do desastre automobilístico em manifestações artísticas

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Título Crash, romance e filme, expressão máxima da representação do desastre automobilístico em manifestações artísticas
Autor Medeiros, Rosângela Fachel de
Orientador Oliveira, Ubiratan Paiva de
Data 2002
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Programa de Pós-Graduação em Letras.
Assunto Ballard, James Graham 1930-.
Cinema
Cinema canadense
Cinema e literatura
Cronenberg, David 1943-.
Desastre automobilístico
Literatura comparada
Literatura inglesa
Polissistema literario
Resumo Utilizando a teoria do polissistema literário de Itamar Even-Zohar, as concepções psicanalíticas de Sigmund Freud e de Erich Fromm, como também posições defendidas por teóricos tais como Roland Barthes, Christian Metz, Julia Kristeva e pelos líderes do movimento Futurista Italiano, entre outros, o presente trabalho analisa duas obras: Crash, romance de J. G. Ballard e Crash, filme de David Cronenberg. O objetivo não é de contrapôlas. Ao contrário, muitas vezes elas serão tratadas como se fossem partes de uma mesma obra, servindo assim uma para expandir a outra. Em relação ao filme, é destacada a forma como Cronenberg assume a autoria de Crash e como o filme rompe os limites do polissistema cinematográfico. É questão central deste trabalho a representação do desastre automobilístico, bem como dos elementos a ele associados, em Crash, romance e filme, especialmente sua reconstituição, bem como o acidente sendo encarado como uma maneira de concretizar o desejo de cometer suicídio e as conseqüências no corpo humano causadas por esse tipo de evento. Para expandir essa análise, aborda-se ainda a maneira como esse repertório é apresentado em outras formas de manifestação artística, fato do qual resulta um diálogo entre cada uma delas e Crash.
Abstract Making use of Itamar Even-Zohar’s theory of the literary polysystem, the psychoanalytical ideas expressed by Sigmund Freud and Erich Fromm, as well as point of view expressed by theorists such as Roland Barthes, Christian Metz, and Julia Kristeva, and the leaders of the Italian Futurist movement, among others, this thesis has as its basic aim to analyse two works: Crash, a novel by J. G. Ballard, and Crash, the film by David Cronenberg. The intention here is not to oppose them. On the contrary, in many cases they are to be considered as if they were parts of the same work, each one contributing to expand the other. Concerning the film, special attention is paid to the way Cronenberg takes hold of the authorship of Crash and how the movie breaks through the limits of the cinematographic polysystem. The focus of this thesis is centred upon the representation of automobile disasters as well related elements in Crash, novel and film, especially their reproduction, as well as the accident regarded as a means to commit suicide, and the consequences upon the human body caused by the violence of such events. In order to expand this analysis, the presence of the automobile accident in other forms of artistic expression is examined, a fact which will lead to a dialogue between each one of them and Crash.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/10913
Arquivos Descrição Formato
000601767.pdf (1.889Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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