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Panorama da forma de projetar e executar revestimentos aderidos de fachada de argamassa e cerâmica em Porto Alegre

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Panorama da forma de projetar e executar revestimentos aderidos de fachada de argamassa e cerâmica em Porto Alegre

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Título Panorama da forma de projetar e executar revestimentos aderidos de fachada de argamassa e cerâmica em Porto Alegre
Autor Fernandes, Thaís Schmidt
Orientador Masuero, Angela Borges
Co-orientador Antunes, Giselle Reis
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Civil.
Assunto Engenharia civil
Resumo A indústria da construção civil, que está atualmente aquecida no País, representou nos últimos anos uma boa parcela do PIB nacional. Esse rápido crescimento pode trazer, para as empresas do setor, certa pressão para produzir de forma rápida e econômica. Nesse ambiente, as construtoras e demais empresas podem cometer falhas, ao projetar e executar seus empreendimentos. O revestimento externo pode evidenciar as falhas cometidas, desta forma é preciso eliminar ou minimizar os erros no processo de produção deste subsistema. A primeira etapa para aprimorar a forma de projetar e executar revestimentos de fachada é identificar os atuais procedimentos adotados, com o intuito de possibilitar o melhoramento das práticas observadas. Esse trabalho buscou identificar o panorama da forma de projetar e construir revestimentos de fachada na cidade de Porto Alegre/RS. Para isso foi aplicado, em 32 obras da cidade de Porto Alegre, um questionário abordando questões de projeto e execução. Para elaborar tal questionário de maneira direcionada aos pontos mais problemáticos na produção de revestimentos externos, fez-se uma revisão bibliográfica descrevendo os componentes dos revestimentos mais comuns e as principais manifestações patológicas. Após, foram apresentados os dados obtidos, apontando a porcentagem que práticas e materiais são utilizados nos processos de produção do revestimento externo. Identificaram-se percentuais de utilização de, por exemplo, 63% de argamassa industrializada ensacada, 91% de uso de chapisco, 97% de camada única de argamassa, 3% de monocamada, 80% de selante de poliuretano nas juntas, entre outros. Também foram comparadas as respostas de quatro empresas, com mais de um empreendimento na amostra. Apontou-se a padronização das práticas construtivas dentro da empresa, sendo que uma construtora apresentou 100% de padronização e a com menor porcentagem foi de 63%. No penúltimo capítulo, listaram-se as falhas observadas na amostra em ordem decrescente da frequência de incidência, sendo a falha de maior frequência a inexistência de um projeto específico para o revestimento externo. Por fim, no último capítulo foram feitas considerações finais sobre os dados obtidos na pesquisa e recomendações para futuros trabalhos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/110056
Arquivos Descrição Formato
000952040.pdf (2.388Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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