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Diplomacia e religião : encontros e desencontros nas relações entre a Santa Sé e a República Popular da China de 1949 a 2005

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Diplomacia e religião : encontros e desencontros nas relações entre a Santa Sé e a República Popular da China de 1949 a 2005

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Título Diplomacia e religião : encontros e desencontros nas relações entre a Santa Sé e a República Popular da China de 1949 a 2005
Autor Carletti, Anna
Orientador Vizentini, Paulo Gilberto Fagundes
Data 2007
Nível Doutorado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em História.
Assunto China
História política
Política internacional
Relações diplomáticas
Relações internacionais
Vaticano
Resumo O conflito entre a República Popular da China e a Santa Sé, que teve início em 1951 com o rompimento das relações diplomáticas, continua suscitando numerosas perguntas na opinião pública internacional sobre as razões que impedem os dois governos de superarem os obstáculos rumo a uma reconciliação. Neste trabalho analisaram-se as relações entre a China e o Vaticano com o objetivo específico de tornar legíveis os eventos histórico-políticos e religiosos que levaram a tal impasse. Ao mesmo tempo procurou-se identificar os motivos que, por tanto tempo, dificultaram a retomada das relações diplomáticas entre a China e a Santa Sé. O período analisado abrange os anos de 1949, ano da fundação da República Popular da China até 2005, ano da morte do papa João Paulo II e da eleição do novo papa Bento XVI. Analisaram-se os momentos históricos mais significativos, nos quais a Santa Sé e a República Popular da China procuraram manter o diálogo em busca da reconciliação, assim como as fases mais difíceis de suas relações, onde atitudes radicais de rejeição prevaleceram sobre o diálogo. É no âmbito da política interna dos dois países, assim como no seu envolvimento no cenário internacional, que se identificaram os motivos profundos destas atitudes.
Abstract The conflict between the People’s Republic of China and the Holy See, which began in 1951 when the two countries broke off all diplomatic relations, continues to stir up numerous questions, in the international public opinion, about the reasons preventing both governments from overcoming the obstacles toward reconciliation. In this work, we analyze the relations between China and Vatican with the specific aim of clarifying the historical, political and religious events that led to the present situation of conflict. At the same time, we will try to identify the reasons that so far have hindered the re-establishment of the diplomatic relations between China and Holy See. The period in exam runs from 1949, the foundation year of the People’s Republic of China, which marked also the establishment of the communist regime, to 2005, the year of the death of the pope John Paul II e of the election of the new pope Benedict XVI. We analyze the most significant historical moments when the Holy See and the People’s Republic of China attempted to build closer bonds in search of reconciliation, as well as the more difficult phases in their relations, where radical attitudes of rejection prevailed over dialog. It is in the sphere of internal politics of the two countries as well as their involvement in the international arena that we looked for the deep motives for these attitudes.
Tipo Tese
URI http://hdl.handle.net/10183/11111
Arquivos Descrição Formato
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