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Avaliação ecocardiográfica da cardiotoxicidade por adriamicina : valor preditivo do índice Tei

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Avaliação ecocardiográfica da cardiotoxicidade por adriamicina : valor preditivo do índice Tei

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Título Avaliação ecocardiográfica da cardiotoxicidade por adriamicina : valor preditivo do índice Tei
Autor Baldi, Alexande B.
Orientador Clausell, Nadine Oliveira
Co-orientador Rohde, Luis Eduardo Paim
Data 2004
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Assunto Doxorrubicina
Ecocardiografia
Resumo Objetivo: Avaliar, em estudo prospectivo, se o índice Tei, método derivado da ecocardiografia que permite uma avaliação da função global do ventrículo esquerdo através da utilização de parâmetros de função sistólica e diastólica, é preditor de ocorrência de disfunção sistólica detectada por ventriculografia radioisotópica em pacientes submetidos à quimioterapia por adriamicina. Métodos: Foram incluídos pacientes portadores de neoplasia elegíveis para o uso de adriamicina e sem cardiopatia conhecida. A fração de ejeção ventricular esquerda foi obtida por ventriculografia em um momento basal (previamente ao início da quimioterapia) e em um momento final, ao término do tratamento. A ecocardiografia bidimensional com Doppler para avaliar fração de ejeção e o índice Tei foi realizada no momento basal, em um ciclo intermediário e ao final do tratamento. Resultados: Cinqüenta e cinco pacientes com média de idade de 49 ± 12 anos, predominantemente do sexo feminino (91%) com neoplasia mamária (80%) foram incluídos. Foram realizados 6,0 ± 0,8 ciclos, com uma dose média de adriamicina de 304 ± 47mg/m². Globalmente, houve uma redução da fração de ejeção medida pela ventriculografia radioisotópica de 61 ± 6% (medida basal) para 56 ± 7% (medida final) (p<0,001),porém disfunção sistólica evidente (fração de ejeção <50%) ocorreu apenas em 8 pacientes (14%). Uma tendência a valores mais elevados do índice Tei foi observada da medida basal para a final (0,42 ± 0,11 medida basal, 0,42 ± 0,10 medida intermediária, 0,45 ± 0,12 medida final, p = 0,11). Além disso, o índice Tei não discriminou pacientes que apresentaram fração de ejeção final > ou < que 50% (0,42 ± 0,10 versus 0,45 ± 0,09, respectivamente, p = 0,45). Finalmente, valores basais de índice Tei não foram preditivos de risco de futura ocorrência de disfunção sistólica ao final da quimioterapia (valor de corte basal > 0,39 a 0,41 – sensibilidade = 75%, especificidade = 55%, valor preditivo positivo = 22%, valor preditivo negativo = 93%, correspondendo a 51% dos pacientes). Conclusões: O índice Tei não parece ser uma ferramenta útil para a detecção precoce ou como preditor de risco de disfunção sistólica em pacientes adultos submetidos à quimioterapia com adriamicina.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/11350
Arquivos Descrição Formato
000606869.pdf (265.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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