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Avaliação da capacidade funcional dos idosos de uma comunidade rural do Rio Grande do Sul

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Avaliação da capacidade funcional dos idosos de uma comunidade rural do Rio Grande do Sul

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Título Avaliação da capacidade funcional dos idosos de uma comunidade rural do Rio Grande do Sul
Autor Rigo, Ilva Inês
Orientador Paskulin, Lisiane Manganelli Girardi
Data 2008
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Envelhecimento da população : Meio rural : Nova Roma do Sul (RS)
Saúde do idoso
Resumo Introdução e objetivo: Este trabalho de conclusão de curso de graduação teve por objetivo avaliar a capacidade funcional dos idosos de uma comunidade rural do município de Nova Roma do Sul (RS). Métodos: foi realizado um estudo epidemiológico transversal com 34 idosos moradores da região, no ano de 2008, através de inquérito domiciliar. Os dados foram coletados através de um instrumento contendo questões referentes a variáveis sociais, econômicas e demográficas e aspectos relacionados à saúde/doença, além do MEEM e da versão brasileira da Escala de Atividades da Vida Diária do OARS. Análise dos dados e aspectos éticos: O gerenciamento dos dados foi feito com o programa SPSS 12.0. A análise foi descritiva e compararam-se as proporções das variáveis estudadas entre os sexos. Foi fornecido aos participantes do estudo um termo de consentimento livre e esclarecido e o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Resultados: Dos respondentes, 55,9% eram mulheres. A faixa etária média foi de 69,82 anos e as mulheres foram maioria nas faixas etárias mais avançadas. Nenhum dos idosos completou o ensino fundamental e houve maior índice de analfabetismo entre os homens. Aproximadamente 60% tinham renda mensal de um salário mínimo e 52,9% renda familiar maior que cinco salários mínimos. Dos respondentes, 60% eram casados, com maior freqüência entre os homens. A maior parte dos entrevistados (94%) declarou ser aposentado, mas ainda estar trabalhando. Os domicílios multigeracionais representaram 65% dos arranjos domiciliares e foram mais freqüentes entre as mulheres. Todos os idosos participam das festas da comunidade e apenas 17,6% participam do grupo de idosos do município. A interação social foi mais freqüente entre os homens. No mini-exame do estado mental, a média foi 25,79 (DP± 2,79), houve relação direta entre os escores no teste e a escolaridade dos entrevistados, mas não houve diferenças importantes quando comparados os sexos. A artropatia foi a morbidade auto-referida prevalente (55,9%) e a que mais dificultava a realização de atividades rotineiras. Quanto ao grau de dependência nas AVD, 52,9% possuíam dependência leve e a atividade em que a dependência foi mais freqüente foi usar o telefone (61,8%). Em relação a auto-avaliação de saúde 64,7 % dos idosos a considerou regular e 41,2% afirmaram que sua saúde era melhor que a de seus pares. As mulheres apresentaram graus de dependência superiores aos encontrados entre os homens, assim como maior freqüência de morbidades referidas e pior auto-avaliação de saúde. Conclusões: No grupo estudado, ocorreu elevada prevalência de dependência leve, predomínio de auto-avaliação de saúde regular e a doença com maior freqüência e mais relacionada à limitação nas atividades rotineiras, segundo os entrevistados, foi a artropatia. Os escores no MEEM não indicaram comprometimento cognitivo grave. O desempenho nas AVD e as condições de saúde referidas foram piores entre as mulheres.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/114519
Arquivos Descrição Formato
000669550.pdf (1.077Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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