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Em que lugar político e institucional se encontram as práticas integrativas e complementares?

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Em que lugar político e institucional se encontram as práticas integrativas e complementares?

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Título Em que lugar político e institucional se encontram as práticas integrativas e complementares?
Autor Rodrigues, Carol Cardoso
Orientador Cavalcanti Felipe de Oliveira Lopes
Data 2014
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Especialização em Saúde Coletiva e Educação na Saúde.
Assunto Saúde coletiva.
Resumo A oferta de cuidado baseado em outras racionalidades que não a biomédica figura como aspecto fundamental para materialização da integralidade. Em 2006, o Ministério da Saúde (MS) institucionalizou as práticas integrativas e complementares (PICs) no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da publicação da Política Nacional de Práticas Integrativas (PNPIC). As PICs contribuem para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) por atuarem nos campos da promoção da saúde, prevenção de agravos e recuperação da saúde, proporcionam o autoconhecimento e autocuidado, tornando-se, assim, componentes importantes da construção de um cuidado integral no SUS. Esta pesquisa tem abordagem qualitativa do tipo descritivo-exploratório, tomando como procedimentos metodológicos a análise documental e de narrativas, tendo como objetivo discutir possíveis fatores que interferem com a efetiva ampliação da oferta de práticas nos serviços públicos de saúde. Para atingir este objetivo, é discutido o processo de formulação da política, onde fica nítida a coincidência entre as práticas reconhecidas no âmbito da política e as entidades/instituições que fizeram parte do seu processo de formulação. Por outro lado, percebe-se que as PICs estão consolidadas enquanto uma oferta do SUS, entretanto, o acesso ainda é restrito e desigual entre regiões de saúde, de modo que a oferta dessas práticas ainda encontra amplo espaço para ampliação. As PICs ainda estão longe de uma universalização, encontrando dificuldade para se capilarizar e ser uma oferta realmente consistente para os usuários do SUS. Para mudar esse cenário identificam-se a necessidade de dar maior divulgação e sensibilização aos gestores, profissionais da rede e usuários; avançar na agenda da formação para os profissionais de saúde; inscrever as PICs como oferta consistente dentro do modelo de atenção à saúde no SUS; e, sobretudo, a existência de recurso de custeio e apoio mais amplo por parte do MS, de modo a estimular os municípios à implantação/ampliação das PICs. Por fim, levanta-se como questão a necessidade de legitimar outras práticas integrativas inscrevendo-as na PNPIC.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/114788
Arquivos Descrição Formato
000954416.pdf (433.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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