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Aproximações e distanciamentos entre a afetividade e o "querer bem", a partir das concepções de professoras de turmas de alfabetização para educação de jovens e adultos

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Aproximações e distanciamentos entre a afetividade e o "querer bem", a partir das concepções de professoras de turmas de alfabetização para educação de jovens e adultos

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Título Aproximações e distanciamentos entre a afetividade e o "querer bem", a partir das concepções de professoras de turmas de alfabetização para educação de jovens e adultos
Autor Souza, Mariana Ferrão de
Orientador Cunha, Aline Lemos da
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Afetividade
Educação de jovens e adultos
Relação professor-aluno
Resumo Este trabalho tem como tema as aproximações e os distanciamentos entre o conceito de “querer bem” e a prática pedagógica de professoras de turmas de alfabetização de jovens e adultos. Na relação entre professores e estudantes da Educação de Jovens e Adultos, a afetividade é entendida como um sentimento facilitador dos processos de aprendizagens, tornando o ambiente da sala de aula mais acolhedor (CORREIA, HEIDRICH e RATEKE, 2007; GAZOLI, 2013; LAFFIN, 2007; MENDES, 2003; MONTEIRO, 2008). Para Paulo Freire, o “querer bem aos educandos” significa a manutenção de um espaço de afetividades e convivências, mas, sobretudo, de trocas e de aprendizagens. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, inspirada na pesquisa-formação (JOSSO, 2004), realizada por meio de entrevistas com questões orientadoras, proposta a quatro (04) professoras: duas (02) de escolas públicas municipais e duas (02) de escolas públicas estaduais da cidade de Porto Alegre. Pretendemos refletir sobre o “querer bem”, a partir das falas das professoras o qual, em alguns momentos, se contrapõe ao conceito de afetividade. As análises e reflexões permitem considerar as implicações ao processo de alfabetização de leitura e de escrita de alunos jovens e adultos, em decorrência do não aprofundamento do conceito do “querer bem” e do pensar a afetividade como justificativa das escolhas das professoras em seu trabalho docente. O conhecimento do “querer bem” pode ajudar os docentes a problematizarem a afetividade que dizem sentir pelos estudantes, produzindo mudanças significativas nos processos de alfabetização de leitura e escrita.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/115735
Arquivos Descrição Formato
000954155.pdf (717.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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