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Vamos conversar? : práticas dialógicas na educação infantil

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Vamos conversar? : práticas dialógicas na educação infantil

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Título Vamos conversar? : práticas dialógicas na educação infantil
Autor Alberton, Paula
Orientador Filho, Gabriel de Andrade Junqueira
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Amizade
Diálogo
Educação infantil
Resumo O presente estudo surge de inquietações acerca das práticas de conversa e da falta delas na Educação Infantil. Diante da percepção de que o diálogo é uma atitude humana existencial e essencial à vida em sociedade, sobretudo na escola infantil, este trabalho teve como foco investigar o que as crianças estão aprendendo sobre conversar, a partir de suas vivências na Educação Infantil, seja pelas conversas espontâneas com outras crianças, ou pelas diferentes situações em que a professora interage com as crianças conversando e ou falando com elas. O objetivo geral foi investigar o que as crianças e, também, a professora de uma turma específica de crianças de 5 e 6 anos de uma escola infantil municipal de Porto Alegre, pensam e vivem sobre conversar, o que foi possível a partir de observações e entrevistas semi-estruturadas. Para fundamentar este estudo utilizo como referencial teórico os autores: Freire (2005), Corsaro (2005, 2009, 2011) e Alberoni (1989). A análise aponta que, do ponto de vista das crianças, conversar tem a ver com estar junto com os/as amigos/as para brincar. Durante as brincadeiras as conversas são espontâneas e acontecem para aproximar, para combinar, para barganhar. O ato é intermediado pelas relações de amizade entre elas e pelas características das brincadeiras em que estão envolvidas. Do ponto de vista da professora, tudo o que se refere a conversar, na relação das crianças com outras crianças, é entendido como algo ruim, banal e/ou que é visto como bagunça, desordem e dispersão. Para ela, a conversa bem vinda é aquela formalizada na hora da roda, convocada e dirigida por ela, o que não é considerado conversa, segundo os autores utilizados, é palavreado, enfraquecido no seu poder de troca entre os sujeitos da relação. Considerando que a Educação Infantil precisa e pode ser, de fato, um ambiente e uma etapa privilegiados na vida de uma criança e de suas famílias, entendo que a conversa deva ser ensinada, estimulada e valorizada pelos educadores infantis.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/115828
Arquivos Descrição Formato
000963608.pdf (381.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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