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A influência que a tese do eu de Descartes teve sobre o pensamento do homem moderno

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A influência que a tese do eu de Descartes teve sobre o pensamento do homem moderno

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Título A influência que a tese do eu de Descartes teve sobre o pensamento do homem moderno
Autor Valente, Waldemar
Orientador Zanuzzi, Inara
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Filosofia: Bacharelado.
Assunto Cartesianismo
Cogito
Corpo e mente
Descartes, René, 1596-1650
Descartes, René, 1596-1650. Meditationes de prima philosophia = Meditações sobre filosofia primeira
Dúvida cartesiana
Espírito (Filosofia)
Filosofia francesa
Filosofia moderna
Self (Filosofia)
Self (Filosofia)
Teoria do intelecto
[en] Descartes
[en] Intellect
[en] Spirit
[en] “Self”
Resumo René Descartes na intenção de encontrar no mundo certezas de suas crenças apresenta um projeto dividido em seis Meditações que possam levar a ciência a ter verdades que não possam ser contestadas. Nesta procura, na segunda Meditação, ele descobre o ser da sua existência o “eu”, espírito, ou intelecto, uma coisa que por si só consegue racionalizar sem ter a necessidade de se ocupar com as coisas corpóreas. O “eu” apresentado por Descartes, um ser inteligente, com características próprias, com capacidades cognitivas capaz de realizar suas operações inteligíveis mentais sem ter a influencia das coisas materiais. Este novo olhar que se tem sobre o “eu”, ou espírito, agora apresentado como sendo o ser inteligente, o intelecto, responsável por seus próprios atos e ações, vêm a ser a inovação de Descartes, chamando a atenção de todos aqueles interessados nos saberes da época.
Abstract René Descartes, with the intention to find in the world the certainty of his beliefs, presents a project divided into six Meditations that may lead science to obtain truths that cannot be contested. In this search, on the second Meditation, he discovers the being of his existence, the spirit “self”, or intellect, a thing that by itself can rationalize without having the need to be occupied with corporeal things. The “self” presented by Descartes show us an intelligent being, with its own characteristics, with the cognitive capacity to accomplish its mental operations. This new look upon the “self”, or spirit, now presented as the intelligent being, the intellect, responsible for its own acts and actions, is the innovation of Descartes, bringing attention to all those interested in the knowledge of the time.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/116506
Arquivos Descrição Formato
000965727.pdf (211.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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