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Prevalência e fatores de risco associados à doença arterial periférica no Projeto Corações do Brasil

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Prevalência e fatores de risco associados à doença arterial periférica no Projeto Corações do Brasil

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Título Prevalência e fatores de risco associados à doença arterial periférica no Projeto Corações do Brasil
Outro título Prevalence and risk factors associated with peripheral arterial disease in the Hearts of Brazil Project
Autor Makdisse, Marcia Regina Pinho
Pereira, Alexandre da Costa
Brasil, David de Pádua
Borges, Jairo Lins
Machado-Coelho, George Luiz Lins
Krieger, Jose Eduardo
Nascimento Neto, Raimundo Marques do
Chagas, Antonio Carlos Palandri
Moreira, Leila Beltrami
Abstract Fundamentos: A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) está associada ao maior índice de risco cardiovascular. No Brasil, faltam dados sobre sua prevalência e fatores de risco. Objetivos: Avaliar prevalência e fatores de risco associados à DAOP nas cidades brasileiras com < cem mil habitantes. Método: Estudo transversal, multicêntrico, que avaliou 1.170 indivíduos (<! 18 anos), em 72 centros urbanos, participantes do Projeto Corações do Brasil. O diagnóstico de DAOP baseou-se na medida do índice tornozelo-braquial (ITB) 0,90. A análise estatística utilizou teste Qui-quadrado (Pcarson) corrigido para amostras complexas e intervalos de confiança. P < 0,05 foi considerado significativo. Resultado: A prevalência de DAOP foi de 10,5% e apenas 9% dos portadores da doença apresentaram claudicação. A DAOP esteve associada à presença de diabetes, obesidade total e abdominal, acidente vascular cerebral (AVC) e doença isquêmica do coração (010. Houve tendência a maior prevalência de DAOP na presença de hipertensão, insuficiência cardíaca, insuficiência renal dialítica e tabagismo >20 anos/maço. Mulheres coronariopatas apresentaram risco 4,9 vezes maior de ter DAOP, do que aquelas sem coronariopatia e, entre homens diabéticos, o risco de DAOP foi 6,6 maior em comparação aos não diabéticos. Conclusão: A prevalência de DAOP foi elevada, considerando-se a baixa média de idade da população avaliada (44±14,7 anos). A minoria dos portadores apresentava claudicação, o que denota o grande contingente de indivíduos assintomáticos. Os fatores mais fortemente associados à doença foram diabetes, obesidade, AVC e DIC. Os autores concluíram que a medida do ITB deve ser considerada na avaliação de pacientes de moderado e alto risco cardiovascular. (Arq Bras Cardiol 2008;91 (6):402-414)
Contido em Arquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 91, n. 6 (dez. 2008), p. 402-414
Assunto Arteriopatias oclusivas
Claudicação intermitente
Fatores de risco
[en] Arterial occlusive diseases
[en] Brazil
[en] Intermittent claudication
[en] Prevalence
[en] Risk factors
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/116912
Arquivos Descrição Formato
000939102.pdf (329.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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