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Cardiorespiratory responses during deep water running with and without horizontal displacement at different cadences

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Cardiorespiratory responses during deep water running with and without horizontal displacement at different cadences

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Título Cardiorespiratory responses during deep water running with and without horizontal displacement at different cadences
Outro título Respuestas cardiorrespiratorias de la carrera en aguas profundas con y sin desplazamiento horizontal y en diferentes cadencias
Outro título Respostas cardiorrespiratórias durante a corrida em piscina funda com e sem deslocamento horizontal em diferentes ritmos
Autor Kanitz, Ana Carolina
Liedtke, Giane Veiga
Pinto, Stephanie Santana
Alberton, Cristine Lima
Kruel, Luiz Fernando Martins
Abstract Objective: To compare the cardiorespiratory responses during deep water running with and without displacement at different cadences. Methods: Twelve young women performed deep water running with and without displacement during 4 min at three separate cadences: (a) 60 bpm; (b) 80 bpm; and (c) 100 bpm. The heart rate (HR), ventilation (Ve) and oxygen uptake (VO2) were collected in the last minute of each test. Two-way ANOVA for repeated measures was used with Bonferroni’s post hoc test (p < 0.05) to compare variables. Results: The results showed a significant increase in all variables as the cadence increased (HR: p < 0.001; Ve: p < 0.001; VO2: p < 0.001). In addition, the VO2 and Ve values were significantly higher for deep water running with displacement compared to running without displacement (VO2: p = 0.047; Ve: p = 0.007). However, there was no significant difference in HR with and without displacement (p = 0.065). Conclusions: The results indicate that the increase in both cadence and displacement results in significant cardiorespiratory responses as a result of deep water running. This finding is important for adapting exercise prescription to the goals of participants
Resumen Objetivo: comparar las respuestas cardiorrespiratorias durante la carrera en aguas profundas con y sin desplazamiento horizontal y a diferentes cadencias. Método: Doce mujeres jóvenes realizaron la carrera en aguas profundas con y sin desplazamiento durante cuatro minutos a tres cadencias diferentes: a) 60 bpm, b) 80 bpm, y c) 100 bpm. La frecuencia cardíaca (FC), la ventilación (VE) y el consumo de oxígeno (VO2) se recogieron en el último minuto de cada prueba. ANOVA de dos vías para medidas repetidas con post hoc de Bonferroni (p < 0,05) se utilizaron para comparar las variables. Resultados: Los resultados mostraron un aumento significativo en todas las variables con el aumento de la cadencia (FC: p < 0,001; Ve: p < 0,001; VO2: p < 0,001). Además, los valores de VO2 y Ve fueron significativamente mayores para la carrera en aguas profundas que se ejecuta con desplazamiento en comparación con la realizada sin desplazamiento (VO2: p = 0,047; Ve: p = 0,007). Sin embargo, no hubo diferencia significativa en FC con y sin desplazamiento (p = 0,065). Conclusiones: Los resultados indican que el incremento de la cadencia y el desplazamiento proporcionan importantes respuestas cardiorrespiratorias en la carrera en aguas profundas. Este hallazgo es importante para la adaptación de la prescripción de ejercicio de acuerdo con los objetivos de los participantes
Resumo Objetivo: comparar as respostas cardiorrespiratórias durante corrida em piscina funda profunda com e sem deslocamento horizontal em diferentes ritmos. Métodos: Doze mulheres jovens realizaram corrida aquática com e sem deslocamento durante quatro minutos, em três ritmos distintos: a) 60 bpm; b) 80 bpm; e c) 100 bpm. A frequência cardíaca (FC), ventilac¸ ão (VE) e o consumo de oxigênio (VO2) foram coletados no último minuto de cada teste. Two-way ANOVA para medidas repetidas foi utilizada com o teste post hoc Bonferroni’s (p < 0,05) para comparar as variáveis. Resultados: Os resultados mostraram aumentos significativos em todas as variáveis conforme o aumento do ritmo (FC: p < 0,001; VE: p < 0,001; VO2: p < 0,001). Além disso, os valores de VO2 e VE foram significativamente maiores para corrida aquática com deslocamento em relac¸ ão à corrida sem deslocamento (VO2: p = 0,047; VE: p = 0,007). No entanto, não houve diferenc¸ a significativa na FC com e sem deslocamento (p = 0,065). Conclusãos: Os resultados indicam que o aumento do ritmo e deslocamento proporcionam importantes respostas cardiorrespiratórias na corrida em piscina funda. Este achado é importante para adaptar a prescric¸ ão de exercícios conforme os objetivos dos participantes
Contido em Revista andaluza de medicina del deporte. Sevilla, Consejería de Cultura y Deporte. Vol. 7, n.4, (dic. 2014), p.149–154
Assunto Ambiente aquático
Consumo de oxigênio
Exercícios aquáticos
Frequência cardíaca
Frequência cardíaca
Mulheres : Esporte
Mulheres jovens
Ventilação
[es] Ambiente acuático
[es] Consumo de oxígeno
[es] Frecuencia cardíaca
[es] Mujeres jóvenes
[es] Ventilación
Origem Estrangeiro
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/119028
Arquivos Descrição Formato
000967379.pdf (314.3Kb) Texto completo (inglês) Adobe PDF Visualizar/abrir

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