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Dermatite actínica: revisão de literatura e frequência de casos de dermatite actínica associado com neoplasias cutâneas atendidos no hospital de clínicas veterinárias (HCV – UFRGS) no período de 2009 a 2012

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Dermatite actínica: revisão de literatura e frequência de casos de dermatite actínica associado com neoplasias cutâneas atendidos no hospital de clínicas veterinárias (HCV – UFRGS) no período de 2009 a 2012

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Título Dermatite actínica: revisão de literatura e frequência de casos de dermatite actínica associado com neoplasias cutâneas atendidos no hospital de clínicas veterinárias (HCV – UFRGS) no período de 2009 a 2012
Autor Baretta, Letícia T.
Orientador Gerardi, Daniel Guimarães
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do sul. Faculdade de Veterinária. Curso de Medicina Veterinária.
Assunto Cães : Doenças : Diagnóstico
Dermatite actínica
Dermatologia veterinaria
Doencas de pele : Pequenos animais
[en] Actinic dermatitis
[en] Dermatology
[en] Dog diseases
[en] Skin diseases
[en] Solar dermatosis
Resumo A dermatite actínica, também conhecida como dermatite solar, é uma dermatopatia ambiental desenvolvida em resposta a exposição prolongada aos raios ultravioletas (UVL) emitidos pelo sol. Fatores geográficos, comportamentais e fenotípicos como altas altitudes, baixas latitudes e ambientes ensolarados parecem contribuir de forma significativa para o aparecimento da doença. Esta reação de fototoxicidade considerada rara em pequenos animais, não apresenta predileção por sexo e acomete cães e gatos de diferentes raças, especialmente os de pelagem clara e escassa e de pele pouco pigmentada que apreciam o banho de sol. As lesões iniciais consistem em típicas lesões de queimadura solar, eritema e escamação, mas a exposição crônica a luz solar pode desenvolver ceratose actínica, uma displasia epitelial pré-neoplasica que pode levar ao desenvolvimento de neoplasias. O diagnóstico é realizado através da anamnese, exame clínico e biópsia cutânea. A terapia e baseada na restrição a exposição solar, especialmente nos horários mais quentes e no uso de protetores solares, mas em casos em que lesões mais avançadas estão presentes, outros tratamentos mais específicos devem ser feitos. A ocorrência desta dermatopatia vem aumentando na clínica veterinária nos últimos anos, justificando a importância do seu estudo. Devido à falta de estudos sobre a dermatite solar e o desenvolvimento de tumores cutâneos, um estudo sobre a freqüência da doença em cães atendidos no Hospital de Clínicas Veterinarias da UFRGS foi conduzido para determinar quantos cães em 3 anos foram diagnosticados para a doença, qual a raça do cão, idade, se demonstrou o desenvolvimento de tumor cutâneo e qual o tipo e localização do tumor. O estudo no mostra que todos os 11 cães tinham acesso à radiação solar, tinha entre 3 e 10 anos e 63,6% deles eram da raça pit bull. Seis dos onze cães desenvolveram tumor cutâneo de tipos variados, sugerindo que não somente o carcinoma de células escamosas, hemangiossarcoma e hemangioma seriam consequentes da dermatite actínica.
Abstract Actinic dermatitis, also known as solar dermatitis, is an environmental skin disease resulting from prolonged exposure to ultraviolet light (UVL) irradiated by the sun. Geographic, behavioral and phenotypic factors such like high altitudes, low latitudes, and sunny weather seem to play an important role in the development of the disease. This phototoxic reaction is considered rare in small animals, has no predilection for gender and affects different breeds of dogs and cats, specially the ones with light hair, lightly pigmented and sparsely haired skin which appreciate sun bath. The primary lesions are typical from a sunburn, erithema and scale, but the chronic exposure to the sunlight can develop actinic keratosis, a pre-cancerous epithelial dysplasia which can lead to the development of neoplasms. The diagnosis is made by the anamnese, clinical findings and skin biopsy. The therapy is based on sun avoidance specially in the hottest hours of the day and usage of sunscreens, but in cases which more advanced lesions are present, in addition to photoprotection, other specific treatments should be done. The occurrence of this skin disease at the clinic has been increased during the past years, what justifies the importance of its study. Due lack of studies about solar dermatitis and development of skin cancer in dogs, a study of the frequency of this diseases in dogs in the Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS was conducted to determine how many dogs in 3 years were diagnosed with solar dermatitis, what were their breed, age, if they showed skin cancer development, what kind of cancer and the lesions and cancer locations. The study show us that all the 11 dogs diagnosed with solar dermatitis during this period had access to solar radiation, were between 3 and 10 years and 63,6% were pit bulls. Six of the 11 dogs developed skin cancer of diferent types, suggesting that not only the squamous cell carcinoma, hemangiossarcoma and hemangioma could be a consequence of chronic solar dermatitis.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/119433
Arquivos Descrição Formato
000970201.pdf (234.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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