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Fatores que se correlacionam com os diferentes níveis de stress em personal trainers

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Fatores que se correlacionam com os diferentes níveis de stress em personal trainers

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Título Fatores que se correlacionam com os diferentes níveis de stress em personal trainers
Autor Fernandes, Henrique de Souza
Orientador Cardoso, Marcelo Francisco da Silva
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Bacharelado.
Assunto Atividade física
Estresse
Treinamento físico
[en] Personal trainer
[en] Stress
Resumo Pesquisadores da área da saúde, atualmente, consideram o stress como uma epidemia que, anteriormente, era pouco conhecida. Hoje em dia, as exigências e mudanças de uma ordem social, as cobranças, o rendimento e a busca por uma melhor condição de vida acabam por exercer uma pressão elevada sobre os trabalhadores. O presente estudo tem por objetivo identificar se personal trainers se enquadram em alguma das fases do stress e quais os fatores podem ser preponderantes para isso. Foram investigados 40 personal trainers que atuam em uma academia de ginástica de Porto Alegre. O instrumento utilizado para verificar as fases do stress (alarme; resistência; exaustão) foi o ISSL Inventário de Sintomas de Stress, de Lipp (2000). Para apresentação do perfil, utilizamos a estatística descritiva, referindo valores absolutos e percentagens relativas. Nas inferências, recorremos ao teste de Qui-quadrado. O software utilizado foi o SPSS V. 20 e o nível de significância adotado de 0,05. Os resultados apontaram que as mulheres predominam na fase 1 (alarme), com 21,43% e na fase 2 (resistência), com 50,0%, enquanto que os homens apresentam baixa frequência na fase 1, 3,85% e um acréscimo de ocorrência na fase 2, 26,92%. Não encontramos ocorrência de sujeitos na fase 3 (exaustão) em ambos os sexos. Não foram evidenciadas associações significativas entre os fatores sexo, idade, tempo de prática profissional, horas de trabalho semanal, número de locais que atua e dificuldades na realização do trabalho com a frequência de ocorrência de casos tanto na fase 1 - alarme, quanto na fase 2 - resistência.
Abstract Researchers of the health sector currently consider the stress as an epidemic which, previously, was little-known. Nowadays, the requirements and changes of a social order, charges, income and the search for a better quality of life exert significant pressure on workers. This study aims to identify whether personal trainers fall into any of the stages of stress and what factors may be even stronger for it. Forty personal trainers, who work in a health club in Porto Alegre, were investigated. The instrument used to verify stress phases (alarm; resistance; exhaustion) was ISSL Inventário de Sintomas de Stress, de Lipp (2000). To present the profile, descriptive statistics were used, with mean values and standard deviations, absolute and relative percentages. The inference resorted to Multiple Linear Regression Model (MRLM). The software used was the SPSS V. 20 and the significance level was 0.05. The results showed that women predominated in phase 1 (alarm), with 21.43%, and phase 2 (resistance), with 50.0%, while men have low frequency in phase 1, 3.85%, and an increase of occurrence in phase 2, 26.92%. The occurrence of subjects in phase 3 (exhaustion) was not found in both sexes. There was no significant evidence associations between factors sex, age, professional practice time, hours worked per week, number of locations it operates and difficulties in carrying out the work with the cases of frequency, both in phase 1 - alarm, as in the phase 2 - resistance.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/126609
Arquivos Descrição Formato
000973269.pdf (654.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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