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Motherhood, body and science in Sylvia Plath’s Three Women

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Motherhood, body and science in Sylvia Plath’s Three Women

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Título Motherhood, body and science in Sylvia Plath’s Three Women
Autor Petersen, Mariana Chaves
Orientador Schmidt, Rita Terezinha
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Português e Inglês: Licenciatura.
Assunto Feminismo
Literatura norte-americana : Poesia
Maternidade
Mulher
Plath, Sylvia, 1932-1963. Three Women
Relação de gênero
[en] Body
[en] Criticism and interpretation
[en] Motherhood
[en] Science
[en] Three women
Abstract Sylvia Plath’s dramatic poem Three Women, written in 1962, portrays the voices of three pregnant women, which undergo different experiences in a maternity ward. The aim of this work is to study the possible relations between Three Women, nature/culture dualism and motherhood. I propose that the poem has a (proto)ecofeminist disposition, since it connects women to natural imagery as opposed to the ward and to scientific knowledge, both portrayed as male. I also suggest that the poem’s representation of motherhood projects the possibility of mediation between nature and culture. Therefore, I start with a critical revision of important points already brought up about Three Women, followed by a theoretical revision of nature/culture dualism, the appropriation of female bodies by reproductive technologies, and motherhood, as discussed by some feminist scholars. Finally, I present a close reading of Three Women. I conclude that the poem’s opposition between the pregnant women and the ward, shown as a male locus of power, might somehow reinforce nature/culture, mind/body and subject/object dualisms, but this is done with political aims, in order to criticize the ideology of the hospital. Concerning its representation of motherhood, my conclusion is that Three Women is beyond nature/culture dualism, for maternity is displayed as both natural and social; as a complex part of women’s nature, as well as of their social lives.
Resumo O poema dramático Três Mulheres, escrito por Sylvia Plath em 1962, traz representadas as vozes de três mulheres grávidas, que passam por experiências diferentes em uma maternidade hospitalar. O objetivo deste trabalho é estudar as possíveis relações entre Três Mulheres, dualismo natureza/cultura e maternidade. Proponho que o poema apresenta um caráter (proto)ecofeminista, uma vez que conecta as mulheres a um imaginário natural, em oposição à ala hospitalar e ao conhecimento científico, tidos como masculinos. Também sugiro que a representação da maternidade no poema possibilita uma mediação entre natureza e cultura. Para isso, começo fazendo uma revisão crítica de pontos importantes já levantados sobre Três Mulheres, e, em seguida, uma revisão teórica do dualismo natureza/cultura, da apropriação de corpos femininos pelas tecnologias reprodutivas, e da maternidade, conforme discutida por algumas teóricas feministas. Por fim, apresento uma leitura aprofundada de Três Mulheres. Concluo que a oposição, presente no poema, entre as mulheres grávidas e a ala, tida como locus de poder masculino, pode reforçar, de alguma forma, os dualismos natureza/cultura, mente/corpo e sujeito/objeto, mas isso é feito com objetivos políticos, para criticar a ideologia do hospital. Quanto à representação maternal, minha conclusão é que Três Mulheres está além do dualismo natureza/cultura, pois a maternidade aparece como natural e social; como uma parte complexa tanto da natureza das mulheres quanto de suas vidas sociais.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/130008
Arquivos Descrição Formato
000975963.pdf (329.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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