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José Eduardo Agualusa : ironia e memória como traços de uma poética

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José Eduardo Agualusa : ironia e memória como traços de uma poética

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Título José Eduardo Agualusa : ironia e memória como traços de uma poética
Autor Bach, Carlos Batista
Orientador Tettamanzy, Ana Lúcia Liberato
Data 2015
Nível Doutorado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Programa de Pós-Graduação em Letras.
Assunto Agualusa, José Eduardo
História
Ironia
Literatura angolana
Memória
Poética
[en] Agualusa
[en] Angolan literature
[en] History
[en] Irony
[en] Memory
Resumo Esta tese tem como foco comprovar que Agualusa elabora um texto esteticamente calcado nas memórias partilhadas que criam comunidades discursivas. Esta arquitetura narrativa, que joga com a similitude entre memória e imaginação, não deságua em um texto memorialístico e saudosista, pois ao se articular com o componente irônico do discurso, forja uma escrita que se alimenta do caráter polissêmico das palavras e convida o leitor a considerar outros matizes da história. Para essas análises, elegemos as narrativas de Teoria Geral do Esquecimento (2012) e Nação Crioula (2001), tendo como base os conceitos de Paul Ricoeur em A Memória, a História, o Esquecimento (2007), e de Linda Hutcheon em Teoria e Política da Ironia (2000). Podemos perceber como determinantes da estética agualusiana a ênfase dada ao trabalho com os revezes da memória, articulado com as arestas cortantes da ironia como componente estético capaz de problematizar o caráter sentencioso da história oficial angolana.
Abstract This thesis focuses on demonstration that Agualusa produces an a esthetically underpinned text in the shared memories that create discursive communities. This narrative architecture, playing with the similarity between memory and imagination does not flow in a form of memorialistic and nostalgic text because it is linked with the ironic component of speech that forge a writing which feeds the ambiguous character of words and inviting the reader to consider other shade of the story. For this analysis, we elected the General Theory of Narratives from Oblivion (2012) and Creole Nation (1989), based on the concepts of Paul Ricoeur Memory, History, Oblivion (2007), and Linda Hutcheon in Theory and Politics of Irony (2000). We can observe how a esthetics of determining agualusiana emphasis on working with memory setbacks, combined with the sharp edges of irony as an aesthetic component capable of questioning the judgmental nature of the Angolan official history.
Tipo Tese
URI http://hdl.handle.net/10183/131678
Arquivos Descrição Formato
000981112.pdf (1.330Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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