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Estudo de causa mortis de ARCTOCEPHALUS AUSTRALIS (ZIMMERMANN, 1783) (LOBO-MARINHO-SUL-AMERICANO) no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil

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Estudo de causa mortis de ARCTOCEPHALUS AUSTRALIS (ZIMMERMANN, 1783) (LOBO-MARINHO-SUL-AMERICANO) no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil

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Título Estudo de causa mortis de ARCTOCEPHALUS AUSTRALIS (ZIMMERMANN, 1783) (LOBO-MARINHO-SUL-AMERICANO) no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil
Autor Amorim, Derek Blaese de
Orientador Moreno, Ignacio Maria Benites
Data 2014
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal.
Assunto Arctocephalus australis
Causas de morte
Rio Grande do Sul, Litoral norte
Resumo Arctocephalus australis (Zimmermann, 1783) (lobo-marinho-sul-americano), é um carnívoro marinho com ampla distribuição, que ocorre nas costas leste e oeste da América do Sul, desde o Peru até o Brasil. O maior número de registros de espécimes de A. australis no Brasil ocorre no estado do Rio Grande do Sul, onde estão localizadas as duas principais áreas de concentração de pinípedes no País. Apesar de não haver colônias reprodutivas da espécie no litoral brasileiro, todos os anos, principalmente no período entre junho e outubro, inúmeros animais (vivos e mortos) são encontrados no litoral do País. O objetivo deste trabalho foi caracterizar as causas de morte mais comuns nos animais que ocorrem no litoral norte do estado do Rio Grande do Sul em 2012 e 2013. Para isso, foi realizada necropsia em 50 animais encontrados mortos na praia. Dos animais necropsiados, 30% tiveram a morte associada com trauma severo, apresentando laceração da musculatura, hemorragia extensa e politraumatismo e 8% trauma severo com laceração da musculatura e hemorragia extensa. Ainda 14% tiveram como causa mortis alterações no trato respiratório, 6% apresentaram alterações no trato gastrointestinal, 4% no sistema muscular, 4% no sistema nervoso central, 2% no sistema hepático e 2% com alterações no trato reprodutivo. Ainda, 18% tiveram a morte associada à caquexia e em 12% não foi possível concluir a causa da morte. Os principais achados são discutidos, bem como fatores antrópicos e não antrópicos que podem ter causado ou contribuído para o óbito dos animais.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/131941
Arquivos Descrição Formato
000978778.pdf (967.3Kb) Texto parcial Adobe PDF Visualizar/abrir

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