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Competições esportivas como meio de educação e formação de crianças e jovens : um estudo sobre as categorias de 10 a 13 anos no futebol

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Competições esportivas como meio de educação e formação de crianças e jovens : um estudo sobre as categorias de 10 a 13 anos no futebol

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Título Competições esportivas como meio de educação e formação de crianças e jovens : um estudo sobre as categorias de 10 a 13 anos no futebol
Autor Hein, Alexandre Patz
Orientador Balbinotti, Carlos Adelar Abaide
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Bacharelado.
Assunto Competições esportivas
Futebol
Jovens
Resumo O presente estudo trata das competições de futebol nas categorias de 10 a 13 anos enquanto um meio de educação e formação de crianças e jovens. O objetivo central é identificar e questionar os modelos de competição no futebol para crianças e jovens dessas categorias. Além da consulta de regulamentos e regras das principais competições estaduais – onde se constatou que as competições possuem poucas adaptações que as diferenciem das competições adultas de rendimento – também foram feitas entrevistas semiestruturadas com quatro treinadores de futebol que trabalham com crianças de até 13 anos em um clube de Porto Alegre. As questões tiveram como base a Teoria da Competição Esportiva para Crianças e Jovens de Marques (2004), as quais questionaram se essas competições estão adequadas às capacidades, necessidades e interesses das crianças; sua formação esportiva através da competição; e, número de participações competitivas. Os treinadores defendem a adoção da competição e esta como elemento estruturante na formação educacional. Acreditam que as competições das categorias de 10 e 11 anos devam sofrer mais adaptações para uma melhora no desenvolvimento técnico dos jogadores. Mesmo assim, a competição no atual modelo traz benefícios para a formação das crianças, como por exemplo, as crianças darem seu melhor, não buscar a vitória a qualquer custo e respeitar os adversários. Os treinadores comentaram que apesar do discurso sobre a supervalorização dos resultados, estar mudando, na prática isso não ocorre e pouco se olha para o processo de desenvolvimento das crianças. A questão do número de partições competitivas foi divergente. Apesar de o modelo estar se adequando, mais alterações são necessárias. Por fim, espera-se que o estudo mostre a realidade das competições atuais no futebol de base e traga novas abordagens e questionamentos para a melhora do processo de competição e desenvolvimento das crianças e jovens através do futebol.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/133073
Arquivos Descrição Formato
000983909.pdf (309.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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