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Memórias de estudantes da EJA sobre avaliação : tramas de outrora e de agora

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Memórias de estudantes da EJA sobre avaliação : tramas de outrora e de agora

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Título Memórias de estudantes da EJA sobre avaliação : tramas de outrora e de agora
Autor Silveira, Vanessa Veríssimo
Orientador Alves, Evandro
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Educação de jovens e adultos
Memória
Resumo O presente trabalho apresenta como tema central a “Avaliação na Educação de Jovens e Adultos”. Este, surgiu e desenvolveu-se ao longo do estágio obrigatório, realizado no Centro Municipal de Educação dos Trabalhadores (CMET) Paulo Freire, numa turma de Totalidade 2, da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Durante as práticas pedagógicas, percebia nas falas de alguns estudantes que a avaliação estava, implícita ou explicitamente, atrelada a curta passagem desses pela escola no dito “tempo certo”. A partir disto, este estudo busca delinear e identificar que memórias estudantes da EJA trazem sobre processos avaliativos em suas experiências escolares, as de outrora e as de agora. O que elas nos dizem? Os referenciais teóricos que subsidiaram esta pesquisa foram: Jussara Hoffmann (2009; 2013), que aborda a questão da avaliação e Maria Helena Souza Patto (1993), que traz discussões referentes ao fracasso escolar. Foi realizada uma pesquisa de caráter qualitativo, tendo como modalidade um estudo de caso. Os instrumentos utilizados foram: diário de campo e entrevistas semiestruturadas. Dessas, são participantes quatro mulheres, com idade superior aos cinquenta anos, todas da Totalidade 2, do mesmo grupo do estágio. Após a investigação e análise de dados, é possível afirmar, neste contexto, que as experiências anteriores ao CMET Paulo Freire caracterizam uma avaliação mais “tradicional”, que classifica, puni e exclui, na qual os sujeitos envolvidos foram fadados ao fracasso escolar. Fatores como: dificuldade de acesso; falta de escolas e professores; a crença do discurso que “empregado não precisa estudar”; necessidade de trabalhar precocemente para ajudar no sustento da família e relações de gênero, também, são apontados como facilitadores para a exclusão, das entrevistadas, da/na escola. No que se refere às experiências atuais no CMET Paulo Freire, verifica-se que o processo avaliativo é configurado a partir de uma perspectiva mediadora e emancipatória, na qual considera a avaliação como um processo contínuo, diagnóstico voltado para o desenvolvimento como um todo dos estudantes da EJA visando sua transformação para o mundo.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/133591
Arquivos Descrição Formato
000985107.pdf (840.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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