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Tratamento de crianças e adolescentes em uma organização social : desafios para o trabalho do assistente social com famílias

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Tratamento de crianças e adolescentes em uma organização social : desafios para o trabalho do assistente social com famílias

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Título Tratamento de crianças e adolescentes em uma organização social : desafios para o trabalho do assistente social com famílias
Autor Pacheco, Tassiane Lemos
Orientador Mendes, Jussara Maria Rosa
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Curso de Serviço Social.
Assunto Adolescente
Criança
Família
Políticas públicas
Resumo O presente trabalho de conclusão de curso tem sua origem através da experiência do estágio curricular obrigatório em serviço social realizado em uma Organização Social na área da saúde em Porto Alegre / RS. Através da inserção neste campo verificou-se a necessidade da articulação do trabalho do Assistente Social em conjunto com as famílias a fim de que se rompa com as praticas familistas preconizadas a partir do período da reforma do Estado onde ocorre a minização do papel do Estado e como saída certifica-se a participação da população no que se refere concepção e manutenção dos direitos sociais. A livre abertura do mercado passa a ser um dos preceitos fundamentais na gestão da máquina publica, assim, a minimização do Estado posiciona-se a favor da participação de entidades privadas na execução e manutenção do serviço público, propondo que estas sejam agentes na garantia de direitos tendo como seu principal parceiro a população. Embora, estes conceitos estejam situados durante as décadas de 80 e 90, as práticas familistas e privatizadoras dos direitos sociais. Tais práticas ainda estão muito presentes, incorporadas através de processos de trabalho desgastados e do sucateamento dos serviços público. Para tanto, agrega-se a necessidade de participação do Assistente Social nas Organizações Sociais na área da saúde, a fim de que se possa garantir o controle da população no que diz respeito a livre efetivação dos seus direitos e, ainda sim, se confrontando com a contradição da inserção do profissional em um campo privado como possibilidade de trabalho. Tais questões refletem o processo de precarização do trabalho vivenciado pelos assistentes sociais e para a necessidade a de refletir sobre as iniquidades sociais que interferem neste processo, correspondendo ás politicas públicas que efetivam um ciclo gradativo entre o não acesso a direitos mínimos, na responsabilização da família pelo tratamento das crianças com serviços de saúde sucateados e a busca de organizações sociais para complementar o acesso à esse direito.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/134077
Arquivos Descrição Formato
000985792.pdf (795.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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