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O acesso não se esgota pelo ingresso : como a assistência estudantil pode se consolidar como um alicerce da política educacional?

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O acesso não se esgota pelo ingresso : como a assistência estudantil pode se consolidar como um alicerce da política educacional?

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Título O acesso não se esgota pelo ingresso : como a assistência estudantil pode se consolidar como um alicerce da política educacional?
Autor Fortes, Vanessa Schmidt
Orientador Lewgoy, Alzira Maria Baptista
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Curso de Serviço Social.
Assunto Assistência estudantil
Educação
Resumo O presente Trabalho de Conclusão de Curso na Graduação de Serviço Social, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é produto das reflexões que emergiram do processo de formação profissional, em especial o Estágio Curricular Obrigatório em Serviço Social, realizado no Câmpus Porto Alegre do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS). O eixo central de discussão é a Assistência Estudantil enquanto possibilidade de efetivar o acesso à educação, visto que este não se resume apenas ao ingresso, mas também à manutenção da permanência de alunos nos espaços de educação. Assim, problematiza-se como o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) contribui para a permanência e a conclusão dos cursos, nos quais estudantes em vulnerabilidade social e econômica estão matriculados. Para tanto, realiza-se uma análise da Política Educacional Brasileira, da especificidade da educação profissional e tecnológica, evidenciando-se o Serviço Social na assistência estudantil e como o PNAES vem se delineando desde a sua regulamentação, em 2010. Efetiva-se uma pesquisa bibliográfica para compreender como a assistência estudantil é executada e concebida pelos profissionais que atuam nessa área de intervenção e como estão produzindo conhecimento A partir disso, reflete-se sobre o processo vivenciado no estágio, considerando a concepção de assistência estudantil que sustentou a intervenção realizada. Constata-se que a política educacional, ao se instituir como espaço de efetivação e garantia de direitos, demanda a assistência estudantil como um dos seus alicerces. Nesse sentido, requer que o processo de trabalho seja qualificado e que a concepção de direito seja apropriada pelos profissionais que atuam na assistência estudantil e pelos espaços onde estão inseridos. Conclui-se ser um desafio conduzir o processo de trabalho na assistência estudantil na contramão do projeto hegemônico instaurado e que se expressa fortemente na política educacional, contudo, é esta a direção do Projeto Ético Político Profissional, e para tanto devemos estar atentos, lutar e nos desafiar cotidianamente.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/134435
Arquivos Descrição Formato
000985788.pdf (715.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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