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Característica da violência perpetrada por pacientes e familiares a trabalhadores de enfermagem em hospital universitário

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Característica da violência perpetrada por pacientes e familiares a trabalhadores de enfermagem em hospital universitário

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Título Característica da violência perpetrada por pacientes e familiares a trabalhadores de enfermagem em hospital universitário
Autor Santos, Cibele dos
Orientador Dal Pai, Daiane
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Equipe de enfermagem
Saúde do trabalhador : Pessoal de saúde
Violência no trabalho
[en] Nursing staff
[en] Occupational health
[en] Workplace violence
Resumo Objetivo Geral: Caracterizar os episódios de violência perpetrados por pacientes e familiares a trabalhadores de enfermagem em um hospital universitário. Método: Estudo transversal, de abordagem quantitativa, recorte de estudo misto, intitulado “Violência no trabalho da enfermagem e suas implicações para a saúde dos trabalhadores e para a cultura de segurança do paciente em hospital universitário”, com amostra de 393 profissionais da equipe de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares), selecionados aleatoriamente, no período de outubro de 2014 a outubro de 2015. Os trabalhadores responderam ao questionário sociodemográfico, e ao Survey Questionnaire Workplace Violence in the Health Sector, e após assinarem o termo de consentimento livre e esclarecido. A pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética em pesquisa do local do estudo. Os dados foram analisados com auxílio do software Statistical Package for the Social Sciences versão 18.0. Resultados: A prevalência de violência perpetrada por pacientes e familiares contra a equipe de enfermagem foi de 29%. Dentre os tipos de violência, a violência física teve índice de 13%. No que tange à violência psicológica, 18,6% tratou-se de agressão verbal, 4,8% de intimidação/assédio moral, 1,8% de assédio sexual e 2,3% de discriminação racial. Os trabalhadores do sexo feminino, de cor autodeclarada não branca e pertencente à categoria de auxiliares e técnicos de enfermagem foram os mais expostos à violência perpetrada por pacientes e familiares nos 12 últimos meses, no entanto, sem diferença estatisticamente significativa (p>0,05). Foi visto que os trabalhadores vivenciaram intensos problemas após exposição à violência. A prevalência da violência perpetrada por pacientes e familiares distribui-se de maneira não uniforme entre os diferentes setores do hospital, com destaque para a área de cuidados materno-infantis. Conclusão: Foi possível identificar que a violência no trabalho é uma ameaça ao bem estar dos profissionais, refletindo no cuidado prestado. Conclui-se então, que os trabalhadores do hospital encontram-se vulneráveis à violência em seu cotidiano laboral, sendo esta uma situação causadora de problemas à sua saúde.
Abstract General Objective: To characterize the episodes of violence by patients and relatives to nursing personnel at a university hospital. Methods: Cross-sectional study with a quantitative approach, mixed study clipping entitled "Violence in nursing work and its implications for workers' health and patient safety culture at the university hospital" with a sample of 393 staff of professionals nursing (nurses, technicians and assistants), randomly selected, from October 2014 to October 2015. The workers responded to the sociodemographic questionnaire, and the Survey Questionnaire Workplace Violence in the Health Sector, and after signing the consent form and cleared up. The study was approved by the ethics committee in research of the study site. Data were analyzed using the Statistical Package for Social Sciences software version 18.0. Results: The prevalence of violence by patients and their families against the nursing staff was 29%. Among the types of violence, physical violence was 13% index. With regard to psychological violence, 18.6% treated is verbal aggression, 4.8% of intimidation / bullying, sexual harassment 1.8% and 2.3% of Racial Discrimination. The female workers, not self-declared white color and belongs to the category of nursing assistants and technicians were the most exposed to violence by patients and families in the last 12 months, however, no statistically significant difference (p> 0.05 ). It was found that workers experienced severe problems after exposure to violence. The prevalence of violence by patients and families is distributed unevenly between the different sectors of the hospital, especially in the area of maternal and child care. Conclusion: It was possible to identify that violence at work is a threat to the well being of workers, reflecting the care provided. It follows then, that hospital workers are vulnerable to violence in their daily work, this being a situation causing problems to your health.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/135493
Arquivos Descrição Formato
000987011.pdf (2.026Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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