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Concessão autopista Litoral Sul (BR-116/376/101 Curitiba-Palhoça) : análise econômica de sua implementação

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Concessão autopista Litoral Sul (BR-116/376/101 Curitiba-Palhoça) : análise econômica de sua implementação

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Título Concessão autopista Litoral Sul (BR-116/376/101 Curitiba-Palhoça) : análise econômica de sua implementação
Autor Simionato, Vinícius Eduardo
Orientador Senna, Luiz Afonso dos Santos
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Civil.
Assunto Engenharia civil
Resumo Este trabalho tem como objetivo demonstrar a importância da infraestrutura de transportes para a sociedade, bem como os prejuízos devido a seus gargalos. Dada a necessidade da união entre investimentos públicos e privados para suprir as necessidades em infraestrutura, será apresentada uma revisão da literatura, em que serão denotados conceitos a respeito dos benefícios de uma infraestrutura de transportes de qualidade, e uma maneira para aumentar os investimentos nela: o uso de Parcerias Público Privadas (PPP). Tipos, vantagens, e formas de PPP serão indicadas. É apresentado também o cenário de concessões de rodovias no Brasil e suas evoluções regulatórias. A partir da base teórica e contextualização, foi feita a análise da concessão Autopista Litoral Sul, que engloba a BR – 116/376 PR e BR – 101/SC. Esta, teve seu contrato iniciado no ano de 2008, cujo objetivo era a recuperação, manutenção, operação e execução de obras de melhorias na via. Dentre elas, a mais representativa é o contorno viário de Florianópolis, uma alça de cerca de 50km de comprimento cujo objetivo será desviar o tráfego de longa distância da região metropolitana da capital catarinense. Esta obra deveria ter sido executada entre os anos de 2008 e 2011, todavia, devido a diversas postergações e desentendimentos, seu início se deu apenas em 2014, e a previsão de inauguração está para 2018. Assim, através de dados do volume de tráfego e informações socioeconômicas da região, calculou-se quais foram as externalidades, ou seja, os custos que são impostos à sociedade e que não são pagos de forma financeira direta, mas através de malefícios ou benefícios gerados. Através desta análise, foi possível chegar à conclusão que o atraso previsto de sete anos no referido projeto acarretou em um prejuízo equivalente à cerca de 190 milhões de reais, sendo estes divididos em custos de trânsito (aumento no tempo de viagens), acidentes, custo operacional dos veículos e emissão de poluentes. Por fim, foi estudado também como cada variável impactou na avaliação socioeconômica realizada, através de uma análise de sensibilidade dos principais parâmetros.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/138321
Arquivos Descrição Formato
000989635.pdf (3.799Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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