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Quando brincar é o melhor remédio : percepções acerca do brincar de crianças hospitalizadas de zero a três anos de idade

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Quando brincar é o melhor remédio : percepções acerca do brincar de crianças hospitalizadas de zero a três anos de idade

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Título Quando brincar é o melhor remédio : percepções acerca do brincar de crianças hospitalizadas de zero a três anos de idade
Autor Bischoff, Jéssica Karine
Orientador Fortuna, Tânia Ramos
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Bebê
Educação infantil
Ludoterapia
Resumo O presente trabalho tem como objetivo identificar os espaços e os manejos destinados a crianças de zero a três anos de idade dentro do ambiente hospitalar. Para isso foi realizado um estudo de caso em uma sala de recreação de um hospital da cidade de Porto Alegre/RS. Para compreender o funcionamento desta sala e as concepções dos profissionais, foram realizadas entrevistas semiestruturadas e observações durante os períodos de atendimentos ao público alvo. A partir desta coleta de dados, foi analisada a constituição física do ambiente, os brinquedos destinados a esse público e as relações existentes entre os profissionais que atuam naquele espaço e as crianças que o frequentam. Para embasar as análises foram utilizados os estudos de teóricos que versam sobre brincar e mais especificamente o brincar de zero a três anos. Bondioli, Gonzalez-Mena, Moyles, Piaget, Fortuna e Machado serviram de base para a construção deste trabalho. A análise de dados evidenciou a importância de destinar um espaço para o brincar dentro do ambiente hospitalar. Também ficou claro que as práticas com essa faixa etária vão além do ato de ofertar brinquedos adequados, mas se constituem em todos os momentos e nas trocas que acontecem através das interações. Tais aspectos permitem concluir que a sala de recreação é um espaço importante no hospital, mas que, além do espaço físico, é preciso profissionais dispostos e capacitados para exercer e manejar aqueles sujeitos, de forma que a brincadeira tenha uma dimensão efetivamente terapêutica.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/139287
Arquivos Descrição Formato
000990176.pdf (466.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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