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A industrialização da guerra : perfil de força, gestão do estado e mudança no regime de acumulação de capital (1850–1950)

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A industrialização da guerra : perfil de força, gestão do estado e mudança no regime de acumulação de capital (1850–1950)

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Título A industrialização da guerra : perfil de força, gestão do estado e mudança no regime de acumulação de capital (1850–1950)
Autor Reis, João Arthur da Silva
Orientador Martins, José Miguel Quedi
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Curso de Relações Internacionais.
Assunto Relações internacionais
[en] Force profile
[en] Fordist/ Keynesian regime of accumulation
[en] Industrialization of war
[en] State management
[es] Gestión Del Estado
[es] Industrialización de la Guerra
[es] Perfil de Fuerzas
[es] Perfil de Fuerzas
[es] Régimen de acumulación fordista y keynesiano
Resumo Este trabalho trata do conjunto de transformações no perfil das Forças Armadas dos Estados componentes do núcleo do Sistema Interestatal, especificamente através de seus impactos na gestão do Estado e na mudança do Regime de Acumulação de capital de 1850 até 1950. Objetiva-se observar de que maneira a evolução no perfil das forças armadas, a partir da industrialização da guerra, impactou na ascensão do industrialismo e na consolidação do regime de acumulação fordista/keynesiano. Para tanto, são analisadas as origens da industrialização da guerra, a partir de 1850, até sua consolidação ao final da Segunda Guerra Mundial. Parte-se das hipóteses de que a ascensão de um novo perfil de forças modifica a gestão do Estado e da guerra, além de provocar a repactuação de direitos econômicos e sociais para tornar o processo sustentável; o perfil de forças serve como meio de transmissão de modificações na gestão do Estado e da guerra para o nível sistêmico, mudando o próprio regime de acumulação de capital; e o conjunto de modificações de perfil de força causadas pela industrialização da guerra foi essencial para a consolidação do regime de acumulação de capital fordista/keynesiano. O primeiro capítulo mostra o surgimento dos Exércitos Revolucionários da França e dos Estados Unidos e a disseminação do Exército Nacional de Massas a partir da Guerra Civil dos Estados Unidos e da Guerra Franco-Prussiana. O segundo capítulo trata do papel da Primeira Guerra Mundial no rompimento das práticas institucionais do regime de acumulação flexível. Por fim, o terceiro capítulo se detém sobre as inovações na gestão do Estado e da Guerra elaboradas após o colapso final do regime de acumulação flexível, quando da Crise de 1929, e o prevalecimento do modelo fordista/keynesiano ao fim da Segunda Guerra Mundial.
Abstract This work deals with the set of transformations in the Militaries' Force Profile of the States central to the inter-state system, specifically through its impact in the management of State and in the change of capital accumulation regime from 1850 to 1950. It aims to analyze how the evolution of Force Profiles, starting with the industrialization of warfare, affected the rise of industrialism and the consolidation of the Fordist/Keynesian regime of accumulation. For that, the origins of industrial warfare in 1850 and its consolidation by the end of World War II are considered. The hypotheses are that the rise of new force profile modifies the management of State and War, besides inciting a renegotiation of civil and economic rights to make the process sustainable; the force profile works as a means to transmit modifications in the management of State and War to the systemic level, changing the capital accumulation regime itself. And the set of transformations in the force profile caused by the industrialization of warfare was essential for the consolidation of the Fordist/Keynesian regime of capital accumulation. The first chapter shows the emergence of Revolutionary Armies in France and in the United States and the dissemination of National Mass Armies starting with the US Civil War and the Franco-Prussian War. The second delves into the role of World War I for breaking with institutional practices associated with the flexible regime of accumulation. Lastly, the third chapter points to the innovations in the management of State and War which originated from the collapse of the flexible regime of accumulation, in the 1929 economic crisis, and the triumph of the Fordist/Keynesian model by the end of World War II.
Resumen Este trabajo trata acerca del conjunto de transformaciones en el perfil de las Fuerzas Armadas de los Estados del núcleo del Sistema Interestatal, específicamente a través de sus impactos en la gestión del Estado y en el cambio de Régimen de Acumulación capitalista de 1850 hasta 1950. Se objetiva observar como la evolución en el perfil de las Fuerzas Armadas, a partir de la industrialización de la guerra, impactó en la ascensión del industrialismo y en la consolidación del régimen de acumulación de los modelos fordista y keynesiano. Para ello, son analizados los orígenes de la industrialización de la guerra, a partir de 1850, hasta su consolidación al final de la Segunda Guerra Mundial. Las hipótesis de este trabajo son que la ascensión de un nuevo perfil de fuerzas cambia la gestión del Estado y de la guerra y provoca una nuevo pacto de derechos económicos y sociales para tornar el proceso sustentable; el perfil de fuerzas sirve como medio de transmisión de modificaciones en la gestión del Estado y de la guerra para el nivel sistémico, cambiando el propio régimen de acumulación de capital; y el conjunto de cambios de perfil de fuerzas causados por la industrialización de la guerra fue esencial para la consolidación del régimen de acumulación de capital en el modelo fordista/keynesiano. El primero capítulo muestra el surgimiento de los Ejércitos Revolucionarios de Francia y de los Estados Unidos y la diseminación del Ejército Nacional de Masas a partir de la Guerra Civil de los Estados Unidos y de la Guerra Franco-Prusiana. El segundo capítulo trata acerca del rol de la Primera Guerra Mundial en el rompimiento de las prácticas institucionales del régimen de acumulación flexible. Finalmente, el tercero capítulo trata acerca de las innovaciones en la gestión del Estado y de la Guerra, elaboradas después del colapso final del régimen de acumulación flexible, en la Crisis de 1929, y la victoria del modelo fordista/keynesiano en el fin de la Segunda Guerra Mundial.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/140473
Arquivos Descrição Formato
000988810.pdf (1.245Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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