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VI Cúpula dos BRICS : a construção do novo banco de desenvolvimento e do arranjo contingente de reservas

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VI Cúpula dos BRICS : a construção do novo banco de desenvolvimento e do arranjo contingente de reservas

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Título VI Cúpula dos BRICS : a construção do novo banco de desenvolvimento e do arranjo contingente de reservas
Autor Abrahim, Thabita Fonseca
Orientador Vizentini, Paulo Gilberto Fagundes
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Curso de Relações Internacionais.
Assunto Relações internacionais
[en] BRICS
[en] Contingent reserve arrangement
[en] Development
[en] Fortaleza declaration
[en] Global governance
[en] IMF
[en] Multipolarity
[en] New development bank
[en] World bank
Resumo O início do século XXI é marcado por duas grandes crises econômicas: a crise do subprime e a crise do euro. A combinação destas crises com a alta no preço das commodities e a consolidação do crescimento chinês gera um momento inédito na economia global, transferindo poder geoeconômico das potências tradicionais para as potências emergentes, que por um período crítico da economia internacional passam a ser motoras do crescimento mundial. Este acréscimo de poder geoeconômico, entretanto, não é acompanhado por um poder geopolítico. Num contexto em que todas as economias do mundo são interligadas pelos efeitos da globalização, há uma demanda por maior democracia nos fóruns financeiros internacionais. Sem respostas a estas demandas devido à resistência das potências tradicionais em cederem espaço nas instancias de governança global, cinco importantes economias emergentes e em desenvolvimento, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS), dão importantes passos políticos com implicações complexas na ordem internacional, visto por alguns analistas como os primeiros sinais de multipolaridade. A VI Cúpula dos BRICS, realizada em Fortaleza este ano, materializa estas demandas através da criação de dois novos mecanismos financeiros internacionais: o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Acordo Contingente de Reservas (CRA), que também marcam a institucionalização do grupo.
Abstract The beginning of the XXI century is marked by two major economic crises: the subprime and the euro crisis. Combined with high commodity prices and the Chinese growth, generates an unprecedented time in the global economy: there is a geo-economic power transfer of traditional to emerging powers, which, in a critical period of world economy, become motor of international growth. This geo-economic power, however, is not accompanied by a geopolitical empowerment. In a context where all the world's economies are interconnected by the effects of globalization, there is a demand of greater democracy in international financial forums. Without answers to these demands due to the resistance of the traditional powers in cede space in global governance instances, five major emerging and developing economies, Brasil, Russia, India, China and South Africa, (BRICS) make an important political step that has complex implications for the international order, and for some analysts as the firsts signs of multipolarity. The VI BRICS Summit, held in Fortaleza this year materializes this demands and also marks the institutionalization of BRICS with the creation of two new international financial mechanisms: the New Development Bank and Contingent Reserve Arrangement.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/140694
Arquivos Descrição Formato
000989167.pdf (993.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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