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O "novo" papel do bancário no Banco do Brasil : um estudo de caso na agência Lapa (PR)

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O "novo" papel do bancário no Banco do Brasil : um estudo de caso na agência Lapa (PR)

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Título O "novo" papel do bancário no Banco do Brasil : um estudo de caso na agência Lapa (PR)
Autor Pereira, Juliane Martins Sossela
Orientador Grisci, Carmem Ligia Iochins
Data 2007
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Administração. Curso de especialização a distância: Gestão de negócios financeiros - Banco do Brasil.
Assunto Administração de recursos humanos
Banco do Brasil.
Qualificação profissional
Trabalho : Inovacao tecnologica
Trabalho bancário
Resumo O texto apresenta um estudo sobre um “novo” papel desejado do profissional bancário a partir de uma série de transformações pelas quais passou o setor nos últimos anos. O estudo foi realizado através de entrevistas com funcionários do Banco do Brasil sendo 11 (onze) da Agência Lapa (PR) e 6 (seis) de outras agências do Banco. Também foram entrevistados 15 (quinze) clientes (pessoa física e jurídica) da cidade da Lapa (PR), e ouvido a opinião de um representante do Sindicato dos Bancários de Curitiba (PR), representando o pensamento dessa entidade. Procurou-se identificar o significado e a importância da qualificação numa profissão em que se no passado exigia conhecimento técnico, hoje busca um profissional multifuncional, adaptável e aberto ao novo, que saiba trabalhar em equipe. Enfatizando métodos qualitativos, os dados levantados a partir das entrevistas foram tratados por meio de análise de conteúdo e mostram que as mudanças que ocorrem na rotina dos bancários são preocupantes para os funcionários. O inquietante desconforto pode ser o primeiro passo para a busca da qualificação através de uma aprendizagem continuada. A necessidade de adaptação a essas mudanças é inquestionável. Uma visão de futuro e a consciência de que por mais atualizado que o profissional se sinta, sempre apresentará carências de informações. O percentual de funcionários que estuda, participa de cursos e busca atualização é baixo. Os dados das entrevistas confirmam e ao mesmo tempo surpreendem no aspecto de que apesar do profissional estar atento às mudanças que estão ocorrendo, ainda é poucos os que estão se profissionalizando. A competitividade do setor bancário demanda auto-profissionalização e colaboradores engajados no processo de seus produtos e serviços e vender também, a imagem da empresa. Concluiu-se que a empresa deve auxiliar o profissional no seu desenvolvimento profissional, mas este também deve buscar formação e informação no dia-a-dia por conta própria.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/14098
Arquivos Descrição Formato
000649452.pdf (336.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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