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Práticas integrativas e complementares em saúde na universidade : a formação como mola propulsora do bem viver

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Práticas integrativas e complementares em saúde na universidade : a formação como mola propulsora do bem viver

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Título Práticas integrativas e complementares em saúde na universidade : a formação como mola propulsora do bem viver
Autor Siebeneichler, Priscila
Orientador Godoy, Maria Gabriela Curubeto
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Educação em saúde
Educação popular : Saúde
Integralidade em saúde
Práticas integrativas e complementares : Saúde
Resumo Este estudo objetiva investigar de que forma se dá a inclusão de saberes oriundos das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) em saúde e da Educação Popular nos cursos de graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) pertencentes à área da saúde - segundo classificação do Ministério da Educação (2010) – no âmbito das Políticas Nacionais de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PNPIC) no SUS e de Educação Popular em Saúde (PNEPS). As PICs designam um conjunto de sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos (BRASIL, 2006). A Educação Popular em Saúde se apresenta como um caminho capaz de contribuir com metodologias, tecnologias e saberes para a constituição de novos sentidos e práticas no âmbito do SUS (BRASIL, 2012). É um estudo quantitativo, descritivo, exploratório que consiste em um levantamento e análise documental de disciplinas formativas a partir de fonte livre e gratuita secundária de dados. O campo de estudo são todos os currículos de graduação de cursos da UFRGS catalogados pelo Ministério da Educação (BRASIL, 2010) como da área Ciências Biológicas e da Saúde. O trabalho justifica-se por questões relacionadas à necessidade de verificar a penetração de tais temas nos currículos da saúde; por uma literatura escassa sobre o tema; e por questões ético-políticas, por contribuir com uma temática que precisa ser aprofundada no SUS. Sua relevância está em fornecer subsídios para ampliar a inclusão das PICs nos currículos acadêmicos, formando trabalhadores capacitados para atuar com esse tema. Os resultados apontaram que ambas Políticas e suas temáticas são abordadas de forma extremamente reduzida, relegadas a um segundo plano, disponíveis em sua maioria, como disciplinas eletivas, as quais representam nem 2% da média de carga horária dos 13 cursos estudados. Utilizando as políticas como ferramentas para repensar o atual paradigma da saúde, se faz necessário remontar uma visão holística do ser, numa tentativa, ainda que limitada, de resgatar uma ótica ancestral da complexidade humana, apontando a necessidade de um paradigma para abordagem da vida, integrando ciência, filosofia, ancestralidade, arte e outras áreas do saber humano, para a conquista do Bem Viver coletivo, e individual.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/142654
Arquivos Descrição Formato
000987549.pdf (899.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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