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Padrão alimentar e perfil metabólico em amostra de mulheres na pós-menopausa : associação com proteína c-reativa ultrassensível

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Padrão alimentar e perfil metabólico em amostra de mulheres na pós-menopausa : associação com proteína c-reativa ultrassensível

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Título Padrão alimentar e perfil metabólico em amostra de mulheres na pós-menopausa : associação com proteína c-reativa ultrassensível
Autor Alves, Bruna Cherubini
Orientador Spritzer, Poli Mara
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Dieta
Doenças cardiovasculares
Inflamação
Menopausa
Resumo Introdução: A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte em mulheres na pós-menopausa e a inflamação é um mecanismo chave envolvido na patogênese da aterosclerose. Sabe-se que a dieta é um dos principais fatores de risco modificáveis para DCV, e, atualmente têm-se investigado sua associação com inflamação. No entanto, os estudos não são totalmente conclusivos e são escassos os com mulheres na pós-menopausa. Objetivo: Comparar o padrão alimentar, o perfil metabólico e de composição corporal e a atividade física habitual entre mulheres na pós-menopausa com baixo/moderado e alto risco cardiovascular, de acordo com os valores de Proteína C-Reativa (PCR-us). Metodologia: Estudo transversal; incluídas mulheres com no mínimo 1 ano de amenorréia e níveis de FSH > 35 mUI/ml e excluídas as tabagistas, diabéticas e usuárias de terapia de reposição hormonal nos 3 meses anteriores ao estudo. Foram realizadas avaliações antropométricas (com bioimpedância), clínicas e laboratoriais e aplicado questionário de frequência alimentar padronizado. Com uso de pedômetro foi avaliado o status de atividade física. As participantes foram estratificadas em dois grupos: baixo/moderado ou alto risco cardiovascular, de acordo com os valores de PCR-us (< 3 ou ≥ 3 mg/L respectivamente). Resultados: 95 mulheres (média de idade 54,7 ± 4,8 anos; tempo de menopausa 6,5 ± 4,5 anos) foram incluídas. As participantes classificadas como alto risco [n=23; PCR-us 5,15 (3,75 - 6,93) mg/L] comparadas com as de baixo/moderado risco [n=72; PCR-us 0,59 (0,25 - 1,43) mg/L] obtiveram maiores valores de IMC (P<0,01), massa de gordura (P<0,01), % de gordura corporal (P<0,01), circunferência da cintura (P<0,01), triglicerídeos (P=0,01), glicose (P<0,01), insulina (P< 0,01), HOMA-IR (P=0,01) e LAP (P<0,01), além de menores valores de HDL-colesterol (P=0,02). A prevalência de inatividade física foi maior no grupo de alto risco (78% vs 49%; p<0,01), bem como a prevalência de síndrome metabólica (43% vs 11%; p<0,01). Em relação à ingestão alimentar, o grupo alto risco apresentou uma dieta com maior carga glicêmica, bem como maior ingestão percentual de carboidrato, menor de ácido graxo saturado e proteína, e também maior ingestão de vitamina E, embora abaixo do recomendado. Conclusão: Nessa amostra de mulheres na pós-menopausa, as participantes de alto risco cardiovascular apresentaram pior perfil metabólico e de composição corporal, além de serem mais frequentemente inativas e consumirem uma dieta menos adequada. A associação desses fatores possivelmente contribui para um maior risco de DCV.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/142671
Arquivos Descrição Formato
000872174.pdf (493.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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