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Vozes de Soba : história e memória, tradição e oralidade, releituras do período colonial na obra de Ahmadou Kourouma

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Vozes de Soba : história e memória, tradição e oralidade, releituras do período colonial na obra de Ahmadou Kourouma

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Título Vozes de Soba : história e memória, tradição e oralidade, releituras do período colonial na obra de Ahmadou Kourouma
Autor Martins, Taiane Santi
Orientador Gil, Beatriz Cerisara
Data 2016
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Programa de Pós-Graduação em Letras.
Assunto Kourouma, Ahmadou, 1927-2003. Monnè, outrages et défis : Crítica e interpretação
Literatura africana
Narrativa
[fr] La théorie du récit
[fr] Littérature africaine
[fr] Littérature ivoirienne
Resumo O presente trabalho tem como objeto de análise a obra do escritor marfinense Ahmadou Kourouma, com ênfase em seu segundo romance Monnè, outrages et défis. Pretendeu-se entender qual o posicionamento do escritor marfinense em relação ao diálogo entre os campos da História e da Literatura e como isso influencia na composição de sua narrativa ficcional; no sentido de construir uma memória das populações da África sulsaariana, em especial a construção de uma memória dos povos mandingues em relação ao período da colonização francesa na região. Favoreceu-se nesta pesquisa autores e pesquisadores africanos, tais como Amadou KONÉ, Bi Kacou Parfait DIANDUE, Jean-François KOLA, Mohamadou KANE no que se refere às questões específicas da instituição da literatura de expressão francesa na região da África sulsaariana, em especial da literatura marfinense. Através da teoria da narrativa de Gerard GENETTE e Mikail BAKHTIN analisou-se a construção das vozes narrativas do supracitado romance como uma construção de memórias coletivas que representam um povo, as populações mandingues. Conclui-se que as tradições orais das populações malinkés são o principal elemento de composição dos romances de Ahmadou Kourouma, influenciando escritores de expressão francesa do oeste africano até a contemporaneidade.
Résumé Ce travail a pour sujet d’analyse l’ouvre de l’écrivain ivoirien Ahmadou Kourouma, surtout son deuxième roman Monnè, outrages et défis. On a aspiré de comprendre quelle est la position de l’écrivain ivoirien par rapport le dialogue entre le domaine de l’Histoire et de la Littérature et comment cela peut avoir une influence dans la composition de son récit de fiction ; dans le sens de construire une mémoire du peuple de l’Afrique sudsaharienne, en particulier la construction d’une mémoire des populations mandingues pour la période de la colonisation française dans la région. On a favorisé dans cette recherche des auteurs et des chercheurs africains, tels qu’Amadou KONÉ, Bi Kacou Parfait DIANDUE, Jean-François KOLA, Mohamadou KANE en ce qui concerne les questions spécifiques de l'institution de la littérature de langue française dans la région de l'Afrique sudsaharienne, en particulier la littérature ivoirienne. À travers la théorie du récit de Gérard GENETTE et Mikhail BAKHTINE on a analysé la construction des voix narratives de Monnè comme une construction de mémoires collectives qui représentent un peuple, les populations mandingues. On a conclu que les traditions orales des populations malinkés sont les principaux éléments de la composition des romans de Ahmadou Kourouma, influençant les écrivains d'Afrique occidentale de langue française jusqu’aux contemporain.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/142930
Arquivos Descrição Formato
000994875.pdf (1.066Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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