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Prevalência de sobrepeso entre funcionários de um hospital universitário

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Prevalência de sobrepeso entre funcionários de um hospital universitário

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Estatísticas

Título Prevalência de sobrepeso entre funcionários de um hospital universitário
Autor Basso, Carla Vendrame
Orientador Lautert, Liana
Data 2009
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Obesidade : Pessoal de saúde
Saúde do trabalhador : Pessoal de saúde
Sobrepeso
Resumo Estudo descritivo que apresenta dados parciais do Projeto Avaliação dos Fatores Potencializadores de Saúde-Adoecimento dos Trabalhadores do HCPA, o objetivo é de avaliar a associação entre sobrepeso, através do Índice de Massa Corporal (IMC) e distribuição de gordura corporal com a prática de atividade física regular (AFR), idade, sexo, cargo de trabalho, tabagismo e escolaridade. O período estudado foi de julho a dezembro de 2008, com uma mostra de 724 sujeitos. Foi utilizado o programa SPSS, versão 16.0, e análise pelo teste Qui-quadrado, nível de significância 5%. Verifica-se que 54% encontram-se com sobrepeso ou obesidade e na variável cintura aumenta para 69,2% dos profissionais classificados na faixa de risco para doenças cardiovasculares (DCV). A média e desvio-padrão de IMC em 715 trabalhadores é de 26,22±4,49. Quanto às demais variáveis em estudo, 58,8% têm idade de 40 anos ou mais e 68,1% são do sexo masculino (p-valor=0,001). O grupo com menos de 15 anos de estudo teve uma proporção maior de IMC (pvalor= 0,002), refletindo na categoria profissional: técnicos e auxiliares de enfermagem (58,9%), comparado aos enfermeiros (36%) (p-valor=0,002). Fato também encontrado ao avaliar Razão Cintura-Quadril (RCQ). Também houve correlação entre sobrepeso com os valores referentes à circunferência da cintura para risco muito aumentado de DCV (88,8%) e da RCQ com risco de DCV (69,2%) (p-valor=0,001). Entre os indivíduos da amostra em relação à RCQ verifica-se maioria no sexo feminino (p=0,000). Tabagismo e prática de AFR em relação ao IMC e RCQ não apresentaram significância estatística. Intervenções visando à prevenção com adoção de hábitos de vida mais saudáveis no trabalho, a prática de AFR, eliminação do fumo e melhoria dos padrões nutricionais implicaria na redução do peso e doenças evitáveis.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/143037
Arquivos Descrição Formato
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