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Enfermagem e gestão da atenção básica : caracterização da atuação dos profissionais no Rio Grande do Sul

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Enfermagem e gestão da atenção básica : caracterização da atuação dos profissionais no Rio Grande do Sul

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Título Enfermagem e gestão da atenção básica : caracterização da atuação dos profissionais no Rio Grande do Sul
Autor De Barba, Maria Luiza Ferreira
Orientador Ferla, Alcindo Antônio
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Atenção primária à saúde
Gestão em saúde
Pesquisa em avaliação de enfermagem
[en] Health Management
[en] Primary Care
[en] Program Improving Access and Quality of Primary Care
Resumo Este estudo teve como objetivo analisar a participação dos profissionais de enfermagem na gestão da Atenção Básica visando problematizar a contribuição da formação do Enfermeiro no trabalho de gestão. Trata-se de um estudo transversal com abordagem quantiqualitativa. Utilizou-se dados secundários do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, que consistiu na pesquisa em Unidades Básicas de Saúde e Estratégia de Saúde da Família no ano de 2012, avaliando no estado do Rio Grande do Sul 67,45% das equipes de saúde. Foram considerados dados referente à infraestrutura e recursos materiais, configuração e atividades das equipes de saúde, e perfil de formação dos coordenadores de equipe. Os resultados demonstraram que 1,3% das unidades possuem a infraestrutura completa preconizada no Manual de estrutura física das unidades básicas de saúde, e 1% possuem todos os materiais de Atenção Básica considerados imprescindíveis. No conjunto dos profissionais pertencentes a equipe mínima preconizada pela PNAB, 64,8% das equipes estão completas. Dos profissionais, 48,3% atuam na mesma equipe há no máximo 1 ano, e 24,6% não possuem pós-graduação. Dentre os que possuem pós-graduação, a área do conhecimento Saúde da Família foi citada em 60,7% das vezes. Dos profissionais entrevistados, 82,8% eram coordenadores da equipe, sendo 97% enfermeiros. Destes, 97,2% realizam reuniões de equipe e 89,4% o planejamento de ações. Muitas equipes ainda atuam sob a lógica hegemônica do trabalho fragmentado, despersonalizado, entretanto, algumas já realizam atividades que constroem a integralidade nas linhas de cuidado e ampliação e melhoria do acesso. Em síntese, é necessária a aproximação da formação de graduação em saúde com as necessidades demandadas pelos locais de atuação profissional, promovendo no profissional a competência do desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente, permitindo a continuidade do processo de formação profissional, que não termina com a concessão do diploma de graduação.
Abstract This study aimed to analyze the participation of nurses in the management of primary care in order to question the contribution of training for nurses in management work. It is a cross-sectional study approach quantiqualitative. We used secondary data from the Program for Improving Access and Quality of Primary Care, which consisted of research in Basic Health Units and Family Health Strategy in 2012, assessing the state of Rio Grande do Sul 67.45% health teams. We considered data related to infrastructure and material resources, configuration and team activities, health and education profile of the team coordinators. The results showed that 1.3% of the units have the complete infrastructure recommended in manual physical structure of basic health units, and 1% have all the materials Primary considered essential. In all of the professional staff belonging to the minimum recommended by BANP, 64.8% of the teams are complete. Professionals, 48.3% work in the same team for a maximum of 1 year and 24.6% have no postgraduate. Among those with postgraduate area of knowledge Family Health was cited in 60.7% of the time. Of the professionals surveyed, 82.8% were coordinators of the team, and 97% nurses. Of these, 97.2% held staff meetings and 89.4% planning actions. Many teams still operate under the hegemonic logic of fragmented work, depersonalized, however, already perform some activities that build the full lines of care and expanding and improving access. In summary, it is necessary to approach the undergraduate training in health care with the needs required by local professional practice, promoting the professional competence of intellectual development and self employment and permanent, allowing continuity of training, which does not end with the granting of the undergraduate degree.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/143443
Arquivos Descrição Formato
000899307.pdf (494.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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