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Intervenções dietéticas, microbiota e doença inflamatória intestinal : uma revisão sistemática

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Intervenções dietéticas, microbiota e doença inflamatória intestinal : uma revisão sistemática

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Título Intervenções dietéticas, microbiota e doença inflamatória intestinal : uma revisão sistemática
Autor Radavelli, Bruna Luísa
Orientador Dall'Alba, Valesca
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Dieta
Inflamação
Intestinos
Microbioma gastrointestinal
Resumo Introdução: As doenças inflamatórias intestinais (DIIs) são um grupo de desordens crônicas do trato gastrointestinal, que incluem principalmente a Retocolite Ulcerativa (RCU) e a Doença de Crohn (DC) e afetam mais de 3,6 milhões de pessoas no mundo. Acredita-se que a intervenção dietética, incluindo a suplementação de pre e probióticos, é capaz de modular a microbiota e melhorar os sintomas e desfechos clínicos, principalmente associados à resposta inflamatória. Objetivo: Revisar a literatura de forma sistemática e verificar as possíveis associações entre componentes dietéticos e a microbiota intestinal nos parâmetros clínicos da doença inflamatória intestinal, identificando o tipo, a dose e o tempo de intervenção. Materiais e métodos: Foram utilizadas as bases de dados PuBmed, Bireme, Cochrane, Embase e Scielo, utilizando a seguinte combinação de descritores: "microbiota","inflammatory bowel disease", "food", "diet" e “randomized controlled trial". Foram incluídos estudos publicados até outubro de 2015 nos quais tenha sido avaliada a modulação da microbiota intestinal por algum componente dietético e que apresentassem desfechos clínicos associados às DIIs. Resultados: Na busca inicial foram encontrados 28 artigos, dos quais 4 preenchiam o delineamento desejado (ensaios clínicos). Após a leitura dos resumos, os estudos permacneceram e foram incluídos mais três através de busca manual. A intervenção mais utilizada foi uso de prebioticos, incluindo Frutooligossacarídeos (FOS) ou FOS com Inulina, seguido pelo uso de probióticos. Os principais achados em relação à microbiota foram aumento da quantidade total de bactérias e da variabilidade (filos). Quanto ao impacto das intervenções do ponto de vista clínico, houve melhora da inflamação, verificada em parâmetros como proteína C reativa (PCR), interleucinas e fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). Conclusão: Há evidências de que a dieta, especialmente os FOS e Inulina, têm impacto sobre a microbiota intestinal e que esta modulação estaria associada à melhora de parâmetros clínicos nos pacientes com DIIs. Porém, os estudos são heterogêneos, utilizando diferentes amostras, doses, tempo de intervenção e técnicas de análise da microbiota.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/143763
Arquivos Descrição Formato
000997912.pdf (1.193Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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