Repositório Digital

A- A A+

Measuring child maltreatment using multi-informant survey data : a higher-order confirmatory factor analysis

.

Measuring child maltreatment using multi-informant survey data : a higher-order confirmatory factor analysis

Mostrar registro completo

Estatísticas

Título Measuring child maltreatment using multi-informant survey data : a higher-order confirmatory factor analysis
Outro título Dados de levantamento com múltiplos informantes para a mensuração de maus-tratos na infância : uma análise fatorial confirmatória de segunda ordem
Autor Salum Junior, Giovanni Abrahão
Sousa, Diogo Araújo de
Manfro, Gisele Gus
Pan, Pedro Mario
Gadelha, Ary
Brietzke, Elisa Macedo
Miguel, Eurípedes Constantino
Mari, Jair de Jesus
Rosário, Maria Conceição do
Grassi-Oliveira, Rodrigo
Abstract Objective: To investigate the validity and reliability of a multi-informant approach to measuring child maltreatment (CM) comprising seven questions assessing CM administered to children and their parents in a large community sample. Methods: Our sample comprised 2,512 children aged 6 to 12 years and their parents. Child maltreatment (CM) was assessed with three questions answered by the children and four answered by their parents, covering physical abuse, physical neglect, emotional abuse and sexual abuse. Confirmatory factor analysis was used to compare the fit indices of different models. Convergent and divergent validity were tested using parent-report and teacher-report scores on the Strengths and Difficulties Questionnaire. Discriminant validity was investigated using the Development and Well-Being Assessment to divide subjects into five diagnostic groups: typically developing controls (n = 1,880), fear disorders (n = 108), distress disorders (n = 76), attention deficit hyperactivity disorder (n = 143) and oppositional defiant disorder/conduct disorder (n = 56). Results: A higher-order model with one higher-order factor (child maltreatment) encompassing two lower-order factors (child report and parent report) exhibited the best fit to the data and this model’s reliability results were acceptable. As expected, child maltreatment was positively associated with measures of psychopathology and negatively associated with prosocial measures. All diagnostic category groups had higher levels of overall child maltreatment than typically developing children. Conclusions: We found evidence for the validity and reliability of this brief measure of child maltreatment using data from a large survey combining information from parents and their children.
Resumo Objetivo: Investigar a validade e confiabilidade de uma abordagem de múltiplos informantes para a mensuração de maus-tratos na infância, composta por sete questões avaliando maus-tratos na infância respondidas pelas crianças e seus pais em uma ampla amostra comunitária. Métodos: A amostra foi composta por 2.512 crianças com idades entre 6 e 12 anos e seus pais. Maus-tratos na infância foram avaliados com três questões respondidas pelas crianças e quatro respondidas pelos seus pais, investigando violência física, negligência física, violência emocional e violência sexual. Análises fatoriais confirmatórias foram utilizadas para comparar os índices de ajuste de diferentes modelos. Validade convergente e divergente foi testada utilizando escores de relato parental e de relato dos professores no Strengths and Difficulties Questionnaire. Validade discriminante foi investigada utilizando a entrevista Development and Well-Being Assessment para dividir os participantes em cinco grupos diagnósticos: controles com desenvolvimento típico (n = 1.880), transtornos do medo (n = 108), transtornos do estresse (n = 76), transtorno de déficit de atenção-hiperatividade (n = 143) e transtorno opositivo-desafiador/conduta (n = 56). Resultados: Um modelo de segunda ordem com um fator de segunda ordem (maus-tratos na infância) englobando dois fatores de primeira ordem (relato da criança e relato parental) demonstrou o melhor ajuste aos dados, e os resultados de confiabilidade desse modelo foram aceitáveis. Como esperado, maus-tratos na infância estiveram positivamente associados a medidas de psicopatologia e negativamente associados a medidas pró-sociais. Todos os grupos de categorias diagnósticas tiveram níveis mais altos de maus-tratos na infância do que as crianças com desenvolvimento típico Conclusões: Foram encontradas evidências de validade e confiabilidade dessa medida breve de maus-tratos na infância utilizando dados de um grande levantamento combinando o relato de pais e seus filhos.
Contido em Trends in psychiatry and psychotherapy. Porto Alegre. Vol. 38, n. 1, (jan./mar. 2016), p. 23-32
Assunto Criança
Estresse psicológico
Maus-tratos infantis
[en] Adversity
[en] Child
[en] Cohort
[en] Early life stress
[en] Maltreatment
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/147474
Arquivos Descrição Formato
000997001.pdf (423.2Kb) Texto completo (inglês) Adobe PDF Visualizar/abrir

Este item está licenciado na Creative Commons License

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)


Mostrar registro completo

Percorrer



  • O autor é titular dos direitos autorais dos documentos disponíveis neste repositório e é vedada, nos termos da lei, a comercialização de qualquer espécie sem sua autorização prévia.
    Projeto gráfico elaborado pelo Caixola - Clube de Criação Fabico/UFRGS Powered by DSpace software, Version 1.8.1.