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Cada um por si, quem por todos? : a atenção à saúde do servidor público municipal de Porto Alegre/RS e as refrações no acompanhamento dos processos de saúde/doença

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Cada um por si, quem por todos? : a atenção à saúde do servidor público municipal de Porto Alegre/RS e as refrações no acompanhamento dos processos de saúde/doença

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Título Cada um por si, quem por todos? : a atenção à saúde do servidor público municipal de Porto Alegre/RS e as refrações no acompanhamento dos processos de saúde/doença
Autor Guex, Ana Caroline da Rocha
Orientador Wünsch, Dolores Sanches
Data 2016
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Curso de Serviço Social.
Assunto Atenção à saúde
Gestão de pessoas
Saúde do trabalhador
Serviço público
Serviço social
Resumo O presente estudo disserta a respeito da gestão da saúde dos trabalhadores públicos do município de Porto Alegre vinculados à Administração Centralizada, realizando uma análise acerca das políticas vigentes, a estrutura institucional, as concepções de saúde que atravessam as práticas de gestão e atenção à saúde dos servidores. Amplia-se essa discussão introduzindo a concepção de Saúde do Trabalhador e o Projeto Ético-Político do Serviço Social enquanto meios de garantia do direito dos trabalhadores à saúde em sua dimensão ampliada, conforme preconiza o Sistema Único de Saúde (SUS). Compreende-se, no contexto de trabalho junto à Gestão de Pessoas no serviço público, os atravessamentos políticos, ideológicos e institucionais advindos da contrarreforma do Estado que, seguindo a ideologia capitalista neoliberal, se vê diminuído e impactado pela restruturação produtiva que impõe novas configurações ao trabalho na atualidade. Considera-se, a partir da orientação do método materialismo-dialético-histórico, o trabalho como categoria fundante do ser social, por onde passam e são satisfeitas as necessidades do homem e concretiza-se sua dimensão social. Em uma sociedade capitalista, o trabalho assume uma dimensão de apropriação da saúde do trabalhador, sendo este, transformado em mercadoria, aonde a produção das riquezas é socialmente realizada e individualmente apropriada pelos detentores dos meios de produção, resultando nas desigualdades sociais que materializam as expressões da questão social. Destas expressões, destaca-se o processo de saúde/doença enquanto indissociável do trabalho e condizente com todas as esferas do mesmo, aonde se situa o trabalho no serviço público. Dotado de particularidades, o trabalhador do serviço público, diretamente associado ao Estado, à execução de suas políticas e à responsabilização pelo seu funcionamento, tem uma histórica validação negativa pela sociedade e um espaço marginal frente às políticas de saúde do trabalhador. No intuito de problematizar acerca do espaço do Serviço Social, no âmbito da gestão das políticas de atenção à saúde dos trabalhadores no âmbito público, ancorado na defesa de seu projeto ético-político aliado à orientação da teoria social-crítica, propõe-se a discussão acerca das possibilidades, espaços, processos e organização do trabalho no qual o Assistente Social se insere. Para tal, evidencia-se de que forma seus princípios éticos, as três dimensões da competência profissional materializada no projeto de trabalho deste trabalhador podem ser uma resposta às, ainda fragmentadas, ações de defesa e da promoção de saúde do trabalhador na Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/148604
Arquivos Descrição Formato
001002852.pdf (1.168Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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