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Expressão da proteína P16 em melanomas cutâneos primários, com e sem metástase em linfonodo sentinela

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Expressão da proteína P16 em melanomas cutâneos primários, com e sem metástase em linfonodo sentinela

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Título Expressão da proteína P16 em melanomas cutâneos primários, com e sem metástase em linfonodo sentinela
Autor Fauri, Jorge Antônio Caleffi
Orientador Edelweiss, Maria Isabel Albano
Data 2008
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Cirúrgicas.
Assunto Biópsia de linfonodo sentinela
Inibidor p16 de quinase ciclina-dependente
Melanoma
Metástase neoplásica
Neoplasias cutâneas
Resumo Nas últimas décadas, é intensa a procura de uma explicação genética sobre a origem, crescimento e progressão do melanoma cutâneo. A tentativa de encontrar uma ligação direta entre as mutações gênicas e a origem da doença tem sido o objetivo dos pesquisadores dedicados ao estudo dessa neoplasia. Diversos métodos são utilizados na busca de uma avaliação prognóstica para a progressão do melanoma, citando-se, entre eles, a pesquisa do linfonodo sentinela, a imunoistoquímica, as técnicas moleculares e a técnica de microarray. A necessidade de estabelecer um método, com excelente sensibilidade e especificidade, tem levado os pesquisadores a buscarem melhores evidências. É importante para esses estudos a obtenção de dados confiáveis sobre as técnicas, progressão e sobrevida livre de doença. Por meio da imunoistoquímica, técnica relativamente simples e de baixo custo, a expressão da proteína p16 pode ser analisada e correlacionada com o prognóstico da doença. No melanoma cutâneo, a expressão da proteína diminui, à medida que aumenta sua agressividade, ou seja, é forte nos nevos e melanomas in situ, e fraca ou ausente nos melanomas metastáticos. Em alguns estudos, a comparação com outros marcadores é analisada. A finalidade deste estudo é fazer uma revisão da literatura internacional sobre o uso da proteína p16 como fator prognóstico para o melanoma, bem como avaliar a importância das alterações do gene p16INK4a, co-responsáveis pela gênese e evolução do melanoma.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/15373
Arquivos Descrição Formato
000679896.pdf (2.552Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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