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Adaptação transcultural da Social Rhythim Metric (SRM-17)

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Adaptação transcultural da Social Rhythim Metric (SRM-17)

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Título Adaptação transcultural da Social Rhythim Metric (SRM-17)
Autor Schimitt, Regina Lopes
Orientador Hidalgo, Maria Paz Loayza
Data 2009
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicas.
Assunto Ajustamento social
Comportamento social
Estudos de validação
Psicometria
Ritmo circadiano
Resumo A Social Rhythm Metric-17 (SRM-17) afere Ritmo Social. O objetivo desse estudo foi realizar a adaptação transcultural dessa escala para a realidade brasileira. Foi utilizada uma adaptação do método para validação de instrumentos que compreendeu as seguintes etapas: preparação, tradução, conciliação, retradução, revisão da retradução, avaliação da clareza, revisão dos resultados da avaliação da clareza e finalização, prova de leitura e relatório final. A versão final brasileira manteve uma equivalência de itens com relação à primeira versão em inglês do instrumento original, incorporando melhorias. A transposição do instrumento alternativo criado pelo Grupo de Cronobiologia Humana do HCPA para a SRM-17 não mostrou discrepâncias significativas e revelou que, embora esta escala seja um instrumento genérico, é sensível às diferenças individuais quanto à aferição de ritmo social. A versão avaliada demonstrou um grau satisfatório de clareza e equivalência semântica. Posteriormente a escala foi aplicada a 145 trabalhadores de turno regular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, ambos os sexos, com idades entre 18 e 60 anos para avaliação do ritmo social nessa amostra e análise das propriedades psicométricas do instrumento. O teste t de Student não revelou diferença significativa entre os sexos para o Índice de Regularidade de Atividades (IRA) (t =0,60; p=0,55) e para o Escore do Total de Atividades (ETA) (t= 0,67; p=0,95), e entre usuários de antidepressivos e não usuários (t=0,85; p=0,4 para IRA e t=1,03; p=0,3 para ETA). A análise ANOVA não revelou diferença significativa nas médias dos escores entre os três turnos nem para IRA (F=2,311; p=0,103) nem para ETA (F=0,26 p=0,77). Os escores apresentaram uma distribuição gaussiana na população estudada. Os zeitgebers mais robustos foram os horários de almoço e os períodos de sono. A análise fatorial revelou três componentes. A Escala de Ritmo Social apresenta validade de conteúdo e boa fidedignidade teste-reteste.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/15562
Arquivos Descrição Formato
000684226.pdf (203.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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