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Análise de paisagem do Parque Estadual de Itapeva

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Análise de paisagem do Parque Estadual de Itapeva

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Título Análise de paisagem do Parque Estadual de Itapeva
Autor Dobrovolski, Ricardo
Orientador Hasenack, Heinrich
Data 2004
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Ênfase Ambiental: Bacharelado.
Assunto Ecologia de paisagem
Parque Estadual de Itapeva (Torres, RS)
Resumo A perda da biodiversidade é um dos problemas sintomáticos da grande crise pela qual passa a humanidade atualmente. A biodiversidade além do seu valor intrínseco possui um papel fundamental na manutenção dos processos ecossistêmicos. Os seres humanos obtêm uma série de bens e serviços dos ecossistemas que são fundamentais para a sua sobrevivência. Nesse contexto surge a biologia da conservação que propõe uma abordagem científica para o problema da conservação dos processos naturais aliada ao desenvolvimento humano. A criação de áreas protegidas é um importante estratégia de conservação. A Mata Atlântica é o bioma mais ameaçado do Brasil, país este detentor da maior biodiversidade do mundo. O Estado do Rio Grande do Sul possui 33 unidades de conservação estaduais e federais, sendo que 20 destas estão localizadas em área de Mata Atlântica. O Parque Estadual de Itapeva (PEI), criado em 2002, é uma destas unidades. Localizado no município de Torres, o parque possui cerca de 1000 ha. Entendendo que a análise de paisagem é uma ferramenta fundamental na implementação e manutenção das estratégias de conservação, o objetivo deste trabalho é analisar as formações vegetais e o uso do solo no PEI e no seu entorno (1 O km). Nossa abordagem envolveu três métodos: classificação a partir de uma imagem de satélite Landsat para o entorno do parque, interpretação de um mosaico de fotografias de pequeno formato da área do parque e trabalho de campo. A classificação do entorno do parque permitiu a diferenciação de 8 agrupamentos: água, mata, formação arbustiva, campo seco, campo úmido, areia e áreas urbanizadas. A paisagem mostrou-se bastante fragmentada. A classe mata está distribuída em 1500 fragmentos, sendo que 67% deles são menores do que um hectare. A fotointerpretação da área do parque permitiu uma análise mais detalhada, através da qual foi possível a diferenciação de outras classes: a classe mata foi dividida em mata paludosa e mata arenosa e foi criada a classe vegetação psamófila. A análise da paisagem do interior do parque permite verificar a ocorrência de diversas formações caracteristicas da restinga do Rio Grande do Sul. o presente trabalho demonstra portanto a importância Parque de Itapeva para a conservação e alerta sobre o grande impacto antrópico que vêm sofrendo o entorno do parque e contribui assim para o planejamento de estratégias de conservação para os mesmos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/159468
Arquivos Descrição Formato
000405285.pdf (17.85Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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