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Prevalência de síndrome de burnout em médicos intensivistas de cinco capitais brasileiras

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Prevalência de síndrome de burnout em médicos intensivistas de cinco capitais brasileiras

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Estatísticas

Título Prevalência de síndrome de burnout em médicos intensivistas de cinco capitais brasileiras
Outro título Prevalence of burnout syndrome in intensivist doctors in five Brazilian capitals
Autor Tironi, Marcia Oliveira Staffa
Teles, José Mário Meira
Barros, Dalton de Souza
Vieira, Débora Feijó Villas Boas
Silva Filho, Colbert Martins da
Martins Júnior, Davi Felix
Matos, Marcos Almeida
Nascimento Sobrinho, Carlito Lopes
Resumo Objetivo: Estimar a prevalência de burnout em médicos intensivistas que trabalham em unidades de terapia intensiva adulto, pediátrica e neonatal, de cinco capitais brasileiras. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo, com amostra aleatória e estratificada por conglomerado, de 180 médicos intensivistas de cinco capitais, representando as regiões geográficas brasileiras: Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Belém (PA). Um questionário autoaplicável avaliou dados sociodemográficos e o nível de burnout foi avaliado por meio do Maslach Burnout Inventory. Resultados: Foram avaliados 180 médicos, sendo 54,4% do sexo feminino. A média de idade foi 39 ± 8,1 anos, 63,4% com a especialização como a maior titulação, 55,7% com até 10 anos de trabalho em unidade de terapia intensiva e 46,1% possuíam título de especialista em terapia intensiva. A maioria (50,3%) tinha carga horária semanal de trabalho entre 49 e 72 horas, e o tipo de vínculo mais frequente foi empregado assalariado. Níveis elevados de exaustão emocional, despersonalização e ineficácia foram encontrados em 50,6%, 26,1% e 15,0%, respectivamente. A prevalência de burnout foi de 61,7%, quando considerado nível alto em pelo menos uma dimensão e de 5% com nível alto nas três dimensões simultaneamente. Conclusão: Observou-se elevada prevalência da síndrome de burnout entre os médicos intensivistas. Estratégias para promoção e proteção à saúde desses trabalhadores devem ser discutidas e implementadas nos hospitais.
Abstract Objective: To estimate the prevalence of burnout in intensivist doctors working in adult, pediatric and neonatal intensive care units in five Brazilian capitals. Methods: Descriptive epidemiological study with a random sample stratified by conglomerate with 180 intensivist doctors from five capitals representing the Brazilian geographic regions: Porto Alegre (RS), Sao Paulo (SP), Salvador (BA), Goiania (GO) and Belem (PA). A self-administered questionnaire examining sociodemographic data and the level of burnout was evaluated through the Maslach Burnout Inventory. Results: A total of 180 doctors were evaluated, of which 54.4% were female. The average age was 39 ± 8.1 years, 63.4% had specialization as the highest degree, 55.7% had up to 10 years of work experience in an intensive care unit, and 46.1% had the title intensive care specialist. Most (50.3%) had weekly workloads between 49 and 72 hours, and the most frequent employee type was salaried. High levels of emotional exhaustion, depersonalization and inefficacy were found (50.6%, 26.1% and 15.0%, respectively). The prevalence of burnout was 61.7% when considering a high level in at least one dimension and 5% with a high level in three dimensions simultaneously. Conclusion: A high prevalence of burnout syndrome among intensivist doctors was observed. Strategies for the promotion and protection of health in these workers must be discussed and implemented in hospitals.
Contido em Revista brasileira de terapia intensiva. Vol. 28, n.3 (jul./set. 2016), p. 270-277
Assunto Esgotamento profissional
Sindrome de Burnout : Pessoal de saúde
Unidades de terapia intensiva : Recursos humanos
Unidades de terapia intensiva neonatal
Unidades de terapia intensiva pediátrica
[en] Burnout, professional/epidemiology
[en] Intensive care, neonatal
[en] Intensive care units
[en] Intensive care units, pediatric
[en] Occupational diseases/ epidemiology
[en] Physicians/psychology
[en] Prevalence
[en] Working conditions
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/163613
Arquivos Descrição Formato
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