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Parasitism of fruit flies (Tephritidae) in field, after the releases of Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead) (Hymenoptera: Braconidae) in Rio Grande do Sul

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Parasitism of fruit flies (Tephritidae) in field, after the releases of Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead) (Hymenoptera: Braconidae) in Rio Grande do Sul

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Título Parasitism of fruit flies (Tephritidae) in field, after the releases of Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead) (Hymenoptera: Braconidae) in Rio Grande do Sul
Autor Meirelles, Rafael Narciso
Redaelli, Luiza Rodrigues
Jahnke, Simone Mundstock
Ourique, Cláudia Bernardes
Ozório, Dania Vieira Branco
Abstract Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead) (Hymenoptera: Braconidae) was introduced in 1994, in Northeastern Brazil, to evaluate its use in biological control programs of fruit flies. However, the effects of this specie on parasitism rates on the population of native parasitoids and fruit flies in Southern Brazil conditions are unknown. The objective of this study was to evaluate the impact of releases of D. longicaudata on the parasitism rates on loquats, peach trees, strawberry guava trees, and persimmons in an experimental area in the city of Eldorado do Sul, Rio Grande do Sul, in southern Brazil. In the first year of the study, fruits were collected and stored in the laboratory to obtain pupae. The flies or parasitoids that emerged were counted and identified. In the second year, adults of D. longicaudata were reared in the laboratory on Anastrepha fraterculus (Wied.) and larvae were released in the field (1.700 insects/ha) at each harvest time and the parasitism was evaluated in the same manner as in the first year. In the third year, the procedure was the same as the first year, without any releases. A significant increase in the rates of parasitism was recorded in the second year except in the persimmon, in which no parasitoid was recovered in any year. In the second year the number of emerged fruit flies was also lower. In the third year, no D. longicaudata were recorded and parasitism rates of parasitism were statistically similar to those found in the first year. The native parasitoids collected were Aganaspis pelleranoi (Brèthes), Doryctobracon areolatus (Szépligeti), Doryctobracon brasiliensis (Szépligeti) and Utetes anastrephae (Viereck). These species were found in at least one kind of fruit even in the years after the introduction of the exotic parasitoid, indicating that it was not harmful to these species. We conclude that D. longicaudata can help to reduce the population of fruit flies in Eldorado do Sul region, in Rio Grande do Sul.
Resumo Diachasmimorpha longicaudata (Ashmead) (Hymenoptera: Braconidae) foi introduzido Nordeste do Brasil em 1994, para avaliar a possibilidade de uso em um programa de controle biológico de moscasdas-frutas. No entanto, os efeitos desta espécie nos índices de parasitismo e nas populações de parasitoides nativos nas condições do Sul do Brasil, são desconhecidos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o impacto das liberações de D. longicaudata no parasitismo de moscas-das-frutas em nêsperas, pêssegos, araçás e caquis, no município de Eldorado do Sul, RS, Brasil. No primeiro ano de trabalho, frutos foram coletados e armazenados em laboratório para obtenção de pupários. As moscas ou parasitoides que emergiram foram contabilizados e identificados. No segundo ano, foram realizadas liberações de adultos de D. longicaudata provenientes de laboratório, criados em Anastrepha fraterculus (Wied.). Os parasitoides foram liberados nos períodos de safras, na densidade de aproximadamente 1.700 parasitoides/ha, e foram realizadas amostragens de frutos da mesma forma que no primeiro ano. No terceiro ano, o procedimento realizado foi o mesmo do primeiro, sem liberações. Um aumento significativo foi registrado nos índices de parasitismo no segundo ano, nas frutíferas amostradas, com exceção do caqui, no qual nenhum parasitoide foi recuperado, em nenhum ano. No segundo ano o número de moscas emergidas também foi menor. No terceiro ano de coletas, nenhuma D. longicaudata foi registrada e os índices de parasitismo foram estatisticamente iguais aos verificados no primeiro ano. Os parasitoides nativos coletados foram: Aganaspis pelleranoi (Brèthes), Doryctobracon areolatus (Szépligeti), Doryctobracon brasiliensis (Szépligeti) e Utetes anastrephae (Viereck), os quais foram constatados em pelo menos uma das espécies de frutífera e mesmo nos anos após a introdução do parasitoide exótico, indicando que este não foi deletério para estas espécies. Conclui-se que D. longicaudata pode auxiliar a reduzir populações de moscas-das-frutas na região de Eldorado do Sul, RS.
Contido em Revista Brasileira de Fruticultura. Cruz das Almas, Ba. Vol. 38, n. 2 (mar/apr 2016), p. 1-10
Assunto Fitossanidade
Fruticultura
[en] Aganaspis pelleranoi
[en] Anastrepha fraterculus
[en] Biological control
[en] Doryctobracon
[en] Utedes anastrephae
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/164354
Arquivos Descrição Formato
001022524.pdf (809.3Kb) Texto completo (inglês) Adobe PDF Visualizar/abrir

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