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Avaliação de queixas psicossomáticas nos trabalhadores em turnos da área da saúde em dois hospitais de Porto Alegre

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Avaliação de queixas psicossomáticas nos trabalhadores em turnos da área da saúde em dois hospitais de Porto Alegre

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Título Avaliação de queixas psicossomáticas nos trabalhadores em turnos da área da saúde em dois hospitais de Porto Alegre
Autor Rodrigues, Ueldo Miguel Plentz
Orientador Souza, Sônia Beatriz Cócaro de
Data 2008
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Doenca psicossomatica
Saúde ocupacional
Trabalho em turnos : Profissionais da área da saúde
Resumo Objetivo: analisar associação entre queixas psicossomáticas e cronotipo numa amostra de profissionais da área da saúde. Método: um estudo transversal foi desenvolvido numa amostra de 303 profissionais de dois hospitais em Porto Alegre. Cronotipos foram classificados através do Questionário de Horne-Östberg, classificando-os em matutinos e vespertinos. Noventa e quatro trabalhavam no turno da manhã, cento e sessenta e quatro trabalhavam no turno da noite e quarenta e cinco no turno rotativo. Os testes qui-quadrado e regressão logística foram utilizados para verificar a associação entre cronotipo e escores do Self Report Questionaire (SRQ). Resultados: Profissionais de faixa etária superior se concentram no turno da noite (43,14 ± 7.61) seguido do turno da manhã (38,51 ± 7.38) (p<0.001). Já em relação aos anos de estudo, os representantes do turno rotativo apresentaram maior escolaridade (17,69 ± 3.50) em relação aos outros turnos (p<0.001). O sexo feminino apresentou maior freqüência nos turnos manhã (78, 83%) e noite (145, 88.4%) em comparação com turno rotativo (20, 44%) (p<0.001). A distribuição das categorias nos turnos apresentou 68,9% (31) dos médicos no turno rotativo, 43 (26,2%) enfermeiros a noite e poucos auxiliares/técnicos no turno rotativo (14, 13,1%) (p<0.001). Os sujeitos com maior poder aquisitivo estavam concentrados no turno rotativo (25, 55,6%) e classe social "B" no turno da manhã (57, 60%) (p<0.007). Nenhuma das variáveis apresentou associação estatisticamente significativa com os escores do SRQ, os médicos apresentaram uma tendência (p=0.61) de relatar queixas psicossomáticas 9,6 vezes menor quando comparados aos técnicos e auxiliares de enfermagem. Ao analisarmos a associação entre cronotipo e turno de trabalho, observou-se que 92% (57) dos sujeitos que estavam trabalhando no turno da manhã eram matutinos enquanto que, 46% (39) dos que trabalhavam no turno da noite eram vespertinos (p=0,000). Conclusão: A predominância de sujeitos alocados de forma concordante entre turno de trabalho e cronotipo (matutino trabalhando de manhã e vespertino trabalhando de tarde) pode estar contribuindo para menor freqüência de queixas psicossomáticas nessa amostra.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/16442
Arquivos Descrição Formato
000670653.pdf (140.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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